Favoritos

quarta-feira, 7 de maio de 2025


Nos últimos Favoritos partilhei convosco a máscara de cabelo que me deixou rendida e, este mês, é a vez do meu shampoo preferido do momento. Menos simpático para a carteira, mas, mesmo indo à piscina três vezes por semana, noto o cabelo saudável, brilhante e suave – e o perfume é discreto, mas maravilhoso. 

Queria uns chinelos confortáveis e simples para o verão onde sentisse que conseguia usá-los para um dia na praia ou para combinar com um coordenado leve e fresco. Não sabia que os ia encontrar na Decathlon, mas são de um conforto sem igual. 

Se estiverem pelos lados de Viseu e quiserem um restaurante tradicional português com uma carta rica para todos os gostos, pratos saborosos e bem servidos, apontem o Zé Pataco no mapa. 


No Porto, as livrarias continuam a desconsolar-me, mas visitei a nova Bertrand de Aveiro e acho que uma parte do meu coração ainda está na zona de cafetaria a deliciar-se com todo o ambiente. 

Domingos são dias daquilo que gosto de chamar um momento spa – eu desligo a água do duche a cada passo, não se apoquentem. Duas presenças importantes para este momento de mimo são este esfoliante da Dove – a puxar para os aromas mais quentes, uma delícia – e este óleo de duche da Nívea para finalizar. 

Cada vez que sinto o cheiro deste perfumador do Continente, sou transportada para memórias de infância – talvez pelos aromas a morango e a frutos vermelhos que me lembram os iogurtes dos lanches. É uma sensação acolhedora que se torna especial de sentir quando visto a roupa e cheiro o perfume.

Eu saí da nutrição, mas a nutrição não sai de mim: foi bom regressar a esses tempos durante este episódio do Ar Livre. 

Experimentámos o Not Italian numa noite chuvosa onde nos apetecia um momento de pizza e tv e ficámos fãs. Pessoalmente, sou mais team côdea fina, mas não desgostei do sabor da massa fofa! 


Tenho usado este lip tint da W7 combinado com lip oils ou glosses para trazer um pouco mais de vida ao tom natural dos meus lábios que, infelizmente, são tão pálidos quanto o resto do rosto. São resistentes a beijinhos também 🥰

No último dia de março terminei o The Artist’s Way. Tinha comprado o livro em 2024, mas decidi avançar com o compromisso das 12 semanas a partir do primeiro dia de 2025 e assim consegui. Confesso que estava um pouco resistente em relação a todo o lado espiritual que suporta este livro, mas conseguimos conviver os dois sem atrito. Gostei muito que, ao contrário de outros livros de criatividade do género, este livro seja extremamente prático – todas as semanas têm ‘trabalhos de casa’ que exploram a vossa perceção de identidade, objetivos, sistema de crenças e o ambiente à vossa volta que vos influencia positiva e negativamente. Acho que, se forem de coração aberto, conseguirão tirar bons insights e proveito da experiência. 
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O aspirador cá de casa foi galardoado como o nosso gadget favorito. Os acessórios são, efetivamente, úteis, o design é ergonómico para a postura, limpa em profundidade, o barulho é muito suave – o meu secador tem mais decibéis do que o aspirador - e tem uma boa autonomia. No primeiro modo de limpeza, consigo limpar a casa três vezes antes de descarregar. No modo turbo, apenas uma. 

Comprei as gelatinas com sabor a goma do Mercadona um pouco cética, mas efetivamente sabem a goma (e não a gelatina-a-fingir-que-é-goma) e têm os sabores dos meus 3 tipos de gomas favoritos. Que surpresa boa!


Acho que não comia folar torrado com manteiga há mais 15 anos – talvez a última vez ainda feito pela minha avó. Foi um sabor especial de regressar. 

É possível que seja um capricho, mas melhorou a qualidade da minha rotina de banho: ter um candeeiro. É à prova de água, recarrego de duas em duas semanas e tem a luz perfeita suave e amarelada que dá o ambiente acolhedor que quero quando vou tomar banho ao acordar. 

Gostava de me sentir mais confortável e por dentro da dermatologia e cuidado de pele, e acho que o projeto da Marta, abitat.pt, vai ajudar-me muito nesse processo. Têm um quiz inicial acerca da vossa pele e, no final, recomendações sobre os produtos mais adequados às vossas necessidades, tipologias de pele e budget. 

Uma vela em formato de panqueca e com cheiro a caramelo e baunilha? Na bancada da nossa cozinha, acesa após cada limpeza, evidentemente. 


A Sofia disse que eu ia ser feliz a comer sushi no Subenshi e não mentiu. As massas também são muito saborosas! 

Este perfume de casa é exatamente o aroma com que queremos finalizar um quarto arrumado: uma mistura suave de cheirinho a chá, relva cortada e limão que reservamos apenas para esta área da casa e que, cada vez que passo por lá, sinto o aroma e penso ‘é altura de descansar’. Perfeito para o verão.

Nunca tínhamos precisado de colocar à prova, mas o apagão fê-lo por nós: este termo da IKEA mantém a temperatura da água fervida durante 3 dias. Sim, nós fizemos o teste.

Já acompanhava, mas acho que este ano dei afinidade total com este podcast: Gostosas Também Choram vai ser, de certeza, o meu podcast de 2025. Adoro caminhar a ouvir a Lela. 

Que maio traga uma cesta carregada de coisas boas 🧺🌷

sábado, 5 de abril de 2025


A Inês de 15 anos só escrevia com estas canetas e jurou-lhes fidelidade eterna (não cumpriu). Mas a Inês mais velha lembrou-se delas, comprou e recordou-se do porquê de as adorar. 

Um dia de chuva, uma boa chávena quente e isto. Não precisamos de mais nada. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025


Foi um dos presentes de natal do James a pensar nos momentos em que preciso de trabalhar concentrada e numa bolha sem ruído e passo a recomendação: estes auscultadores são perfeitos a cancelar o ruído sem me deixarem desatenta ao meu redor e têm uma qualidade de som fantástica.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024


Sinto que novembro esforça-se por mudar a nossa relação; faz algumas surpresas boas, leva-me a sair, esforça-se por criar memórias comigo. Mas a pontaria é certeira: em novembro, recebo sempre notícias desanimadoras, respostas agridoces, eventos inesperados que estragam o possível tratado de paz. Por vezes, injustamente, mas quando coloco tudo na balança, o peso dos dias desanimadores e a taxa de esforço demasiado elevada para o que já consigo suportar supera os dias bons.

Não me dou bem com novembro e começo dia 1 a desejar que corra depressa, que não se alongue, que nada de importante ou determinante seja marcado nestes 30 dias que se alongam demais, pesam demais, são demais. 

Talvez seja contraproducente começar o mês já com os dentes cerrados e em posição defensiva. Que a superstição pode estar a falar mais alto do que os factos. Eu respondo que os pontos se marcam no ataque, mas que o jogo ganha-se na defesa. É preciso saber escolher os meses para marcar pontos e os meses onde é necessário recolher e defender, sem zona. 1 para 1. 

E novembro puxou por mim. Fez faltas antidesportivas. Esteve mais do que 3 segundos no garrafão e o árbitro fingiu que não viu. Bloqueou as minhas melhores jogadas e deixou-me arrasada. Não nego que, quando novembro estava de costas, posso ter desejado coisas pouco simpáticas. Mas sei que os palavrões que lhe dirigi tiveram mais justiça do que as provocações que me fez. Não peço desculpa.

É difícil quando ouvir o som de fim de jogo traz mais alívio do que celebração. De que acabou, em dezembro o jogo é outro, outra equipa, outro árbitro. De que não tenho de jogar mais neste, o que traz alívio, mas que sei que não saio de cabeça erguida e sim a implorar por água e por um banco para me sentar, um banho quente e uns minutos para refletir onde falhou. O que é que escapou, o ângulo morto que não previ. Que não muda o resultado, mas que pode trazer algum contexto no agora e algum alento com o tempo, com mais distância. 

Este mês, dezembro, o jogo é outro. Mas, em novembro, saí do campo de meias e com as sapatilhas na mão. Em 2025, o apito voltará a soar e o resultado, talvez, seja diferente. Tenho jogadas novas para experimentar.

(a versão luz de novembro escorri-a aqui)

Vamos aos destaques? 

segunda-feira, 4 de novembro de 2024


Foi a primeira vez que outubro me pareceu um mês longo e, confesso, não desgostei da sensação – embora eu compreenda que não seja consensual. Outubro costuma escapar-me sempre das mãos e desconfio que o preencho sempre com coisas a mais, tal é o meu entusiasmo pela sua estação inerente, pelas celebrações e tradições festivas. Fica difícil chegar a todos os pontos da bucketlist, mas, este ano, não me posso queixar. Outubro ficou comigo no banco de jardim a ver as folhas mudar e sinto que esse foi o meu maior presente de aniversário. 

Num ano com tantas coisas a mudar, com tanta incerteza e que está a andar a uma velocidade incomparável, foi bom respirar durante um mês sem me sentir sufocada. Vamos aos destaques?

quarta-feira, 2 de outubro de 2024


Setembro tomou o seu tempo para chegar e se despedir, dando espaço para que pudesse viver os últimos cartuchos do verão e saborear deliciosamente a chegada gradual do outono. É o que me agrada em setembro: ainda tem areia da praia e os primeiros casacos, uma agenda de planos estivais e momentos de acolhimento em casa, a finalização das leituras pop e a entrada nos livros mais densos.

Para mim, simbolizou reencontros com amigos, um casamento, aniversários especiais e muito, muito planeamento, com algumas saídas da zona de conforto. Ainda bem que foi num dos meses onde, curiosamente, me sinto mais confortável. 

domingo, 1 de setembro de 2024


Pela primeira vez desde que trabalho, tive três semanas de férias que, modéstia à parte, soube aproveitar da melhor forma possível. Entre banhos de mar e lago, sestas reparadoras, dias a fio sem ecrãs, rotação de biquínis e almoços com amigas, momentos a dois e umas quantas viagens de avião, esta foi a equipa que esteve comigo durante todo o verão.

terça-feira, 25 de junho de 2024


Os favoritos são a rubrica que tenho há mais tempo no blog – 10 anos, precisamente. E, tal como eu, têm mudado ao longo do tempo, mas duas coisas permaneceram imutáveis: 1) é o vosso conteúdo preferido e 2) dá-me um trabalho incomportável. E, por isso, tiveram de mudar uma vez mais. Estou mais feliz a fazê-los, tenho mais vontade e, acima de tudo, estão mais adaptados ao tempo que agora me resta para o blog. Não têm de amar este novo formato, mas saibam, com toda a honestidade, que as opções eram adaptar ou deixar cair (apostei que vocês iriam preferir a primeira ✨). 

Passaram-se 4 meses e estes foram os absolutos favoritos que recomendaria para vocês de memória e coração.

sábado, 2 de março de 2024


Sinto que, em fevereiro, tudo avançou em câmara lenta – o que é paradoxal, tendo em conta que é o mês mais curto do ano. Uma perceção com os dois lados da moeda: se, por um lado, consegui viver e guardar todas as memórias com calma e pormenor, por outro, quando o inverno atingiu com mais força, senti com mais intensidade os dias frios onde o tempo não passava ou melhorava. Felizmente, tive mais momentos do primeiro momento do que do segundo.

domingo, 4 de fevereiro de 2024


Acho que, pela primeira vez, não senti a infinitude de janeiro. O mês arrancou com coisas para organizar, conversar, refletir e retomar, sem deixar espaço para grandes perceções temporais. É caso para dizer: estive aos papéis, em janeiro, mas com coisas bonitas para destacar.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2023


Não tenho a menor dúvida de que, em novembro, sofro da síndrome em que, quanto mais fixamos e associamos uma coisa a algo mau, mais tendência temos a procurar pistas que reforcem essa convicção. Estou sempre pronta para encontrar as coisas más que reforcem o quanto não gosto deste mês, que provem essa prevalência. 

Ter os Favoritos a terminar, todos os anos, neste mês é também um exercício de contrariar esta tendência e, embora termine cada novembro com uma sensação de alívio e alegria por ir embora, faz-me bem destacar os seus pontos de luz. Alguns deles estão aqui, neste artigo.

quinta-feira, 2 de novembro de 2023


Eu sei, eu sei; este não é o formato ideal. Juntar dois meses num só não é a vossa forma preferida de ler os Favoritos – e também não é a minha de os criar. Esta tem sido a alternativa que encontrei para, dentro do pouco tempo que tenho tido para gerir este último trimestre, conseguir continuar a trazer-vos o balanço dos favoritos do mês sem os abandonar de todo. 

A verdade é que 2023 não tem sido um ano marcante a nível de produtos ou serviços. Tem sido um ano em que me fidelizei ao que realmente gosto de usar – e que já vos recomendei em outras edições ao longo destes anos – e um ano de experiências, pouco mensuráveis ou recomendáveis no sentido de ter algo em concreto para vos passar um carimbo de qualidade. 

Mas também sei que nem só de coisas se fazem os meus Favoritos e que também não é a vossa parte preferida de ler. Nisto, estaremos sempre em acordo: o balanço é a parte mais especial. 

E é por isso que regresso, nesta forma alternativa. Porque prefiro assim do que nada.

domingo, 10 de setembro de 2023


Julho e agosto não podiam ter sido mais distintos, num retrato fiel às duas formas de viver o verão. Não tenho preferência por nenhuma e gosto quando coexistem assim, neste equilíbrio que traz harmonia, novidade e, claro, Favoritos. É para isso que cá estamos todos, a cada balanço. Mergulhemos neles, então.

domingo, 2 de julho de 2023


Junho é (quase) sempre sinónimo de pele ao sol, tasquinhas, amigos, esplanadas, mergulhos e dias longos. Este ano, também foi sinónimo de planos, cuidados, passeios, espetáculos e muito, muito trabalho. Vamos aos destaques?

sexta-feira, 2 de junho de 2023


Maio de regressos, de agenda aberta e de rotinas. Depois de um abril em cheio, maio trouxe alguma serenidade, reencontros e pequenos momentos ou programas que quebram a rotina. E estes foram os Favoritos que aprimoraram o mês.

quinta-feira, 4 de maio de 2023


Março e abril. Que vida, que movimento…! Embora março tenha sido um mês mais recolhido, preparava tudo o que abril tinha para trazer: viagens, eventos, experiências e uma série de outras recordações que partilho convosco de seguida.

domingo, 5 de março de 2023


Fevereiro é a prova de que até um mês pequeno consegue concentrar a própria eternidade. Uma sensação ainda mais prevalente do que janeiro. Em fevereiro, aconteceu tudo sem se passar, de facto nada. Um mês sem grandes destaques, mas com algumas recomendações e memórias que fazem este artigo valer a pena.

domingo, 5 de fevereiro de 2023


Janeiro. O ponto de partida para mais um ano, para escrevermos uma história nova, para vivermos o que de especial ainda está por vir. Janeiro é sempre infinito, mas é também cheio de esperança e renovação. E, claro, é o mês de regresso dos Favoritos. Vamos a eles?

domingo, 4 de dezembro de 2022


E assim, num sopro, estamos nos últimos Favoritos do ano. Apercebi-me, este ano, do quanto é irónico que os meus últimos Favoritos sejam sempre no mês do ano que menos gosto. A despedida é sempre mais sentida, mais definitiva. Como já é apanágio, não fiz as pazes com novembro e até reservou-me alguns dos piores momentos – seria novembro se isso não me acontecesse? Mas não posso negar que também foi cenário de momentos e recomendações incríveis. Vamos revê-los.

segunda-feira, 7 de novembro de 2022


Existem estreias para tudo na vida e a próxima afirmação será a minha: outubro demorou uma eternidade a passar. Sinto que, agora sim, posso começar a desdobrar este mês e partilhar convosco as coisas especiais que aconteceram e que recomendo.

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