sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

DAILY || "Neste dia"


Um pormenor que faço sempre questão de colocar em todas as minhas agendas é um pequeno registo do que aconteceu naquele dia mas noutro ano. É um conceito que várias apps e até as redes sociais já exploram, mas no digital ligo menos porque nem sempre coloco por lá as coisas que realmente anoto na minha agenda, razão pela qual são ainda mais importantes para mim.

Viagens, combinações especiais, ocasiões bonitas, boas notícias que me foram reveladas naquele dia... 1, 2, 3, 4 anos (...) Não importa, desde que tenham significado. O registo é sempre conciso e nunca ocupa mais que uma linha, mas sei que esboço um sorriso sempre que viro uma página da minha agenda e encontro uma anotação do género. Quando mais os anos passam e agendas acumulo, novas datas vão surgindo.

Acho que é precisamente isso que me faz apreciar tanto este registo: a prova de que não são as datas nem os dias da semana que importam. São os momentos que desfrutamos e com quem os desfrutamos, seja a uma sexta-feira à noite ou a uma terça-feira à hora de almoço. Este momento quase mágico em que um dia banal passa a ser especial e em que posso registá-lo na minha agenda, comprova que qualquer dia pode ser um dia perfeito para algo incrível acontecer e que mesmo quando, neste momento, está só a ser um dia absolutamente normal, num outro ano já foi extraordinário e maravilhoso. Inevitavelmente, observo sempre as muitas datas em branco e penso em quantas coisas maravilhosas elas têm por protagonizar; quantos dias extraordinários ainda me reservam, quantas notícias incríveis ainda tenho por ouvir, encontros memoráveis que estão por chegar, momentos marcantes que tenho por viver e viagens fenomenais que estão por marcar e que vão transformar estes dias que nada me dizem em memórias especiais. Há um sabor de esperança muito doce que me deixa entusiasmada com o futuro, apaixonada pelo passado que recordo diariamente e confiante de que o presente é o momento em que as linhas que escrevo tão alegremente na minha agenda se escrevem. Hoje, é um dia normal. Há uns anos, foi muito especial. Talvez daqui a muitos, volte a ser bonito. E os dias banais em branco preenchem-se com carinho sem eu imaginar.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

FILMES || Dunkirk


Dunkirk é um filme da autoria de Christopher Nolan que arrasou as bilheteiras, em 2017, e retrata uma operação militar, na Segunda Guerra Mundial, para resgatar 400 mil soldados aliados cercados em Dunquerque, em França, pelas tropas alemãs.

São vários os títulos de filmes de guerra e ainda mais saturado está o mercado de retrato à Segunda Guerra Mundial, mas Dunkirk destaca-se — merecidamente — por dois pormenores incríveis na forma como a história é contada; o primeiro é que esta longa-metragem é apresentada sob três perspetivas: terra, ar e mar. A mesma operação é observada do ponto de vista dos soldados cercados nas praias, da Força Aérea e da marinha. O segundo é que o filme é contado sob um efeito de analepse, onde as linhas temporais se misturam com as várias perspetivas. Esta combinação de fatores — bem ao estilo de Nolan — tornam o filme mais dinâmico e imersivo.

Este não é o típico filme de guerra com alto protagonismo dos Estados Unidos — que nem sequer figura na obra — e onde o bem vence o mal. É o retrato de uma das muitas operações e combates que foram necessários não para ganhar nem para perder, mas para sobreviver. Nem todos os combates e datas históricas desta Guerra terrível tiveram um desfecho concreto e vitorioso. Em muitos momentos, a vitória foi conseguirem salvar milhares de soldados confusos, jovens e que não mereciam passar por tamanho desfecho traumático. Dunkirk passa essa mensagem na perfeição, com uma estimulação visual e cinematográfica brilhante, como o realizador já nos vem habituando. Os prémios de Melhor Edição, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som arrecadados nos Oscars são totalmente merecidos.

domingo, 20 de janeiro de 2019

(DE)CORAÇÃO || Zeca


Situada no pitoresco Largo da Apresentação, em Aveiro, e com uma amorosa fachada cor-de-rosa, a loja Zeca — em referência ao icónico artista aveirense Zeca Afonso — abre portas para uma vasta gama de produtos e serviços encantadores. Este é um projeto que nasceu através de um casal apaixonado um pelo outro, pela cidade de Aveiro e pelo conceito da loja que queriam criar e também através do filho, um pequeno fã de Zeca Afonso que acabou por batizar o empreendimento dos pais.

O espaço pequeno mas bem organizado dispõe os mais variados artigos, privilegiando o fabrico nacional e para todos os tipos de carteiras. Na Zeca, é possível encontrar o miminho perfeito, o presente exclusivo, o pormenor que faz toda a diferença na hora de aprimorar a nossa casa, a nossa mesa ou a nossa secretária.

Ardósias com mensagens amorosas, andorinhas — de diferentes cores e tamanhos —, cerâmica portuguesa e contemporânea, postais e artigos de papelaria, posters, quadros com frases inspiradoras, produtos de mercearia ou até serviços turísticos — como um passeio de moliceiro, passeios pedestres na cidade, visita às salinas de Aveiro ou uma prova de sabores regionais — são alguns dos artigos que podem encontrar e adquirir — tanto no espaço físico em Aveiro quanto na loja online — na Zeca. Existe, ainda, um serviço de cafetaria mesmo ao lado da loja que não cheguei a usufruir mas que ficou registado para um regresso. A música agradável e o atendimento simpatico e cuidado são a cereja no topo do bolo.

Desta primeira visita, trouxe comigo dois postais muito originais desta cidade-casa que eu tanto amo, uma base para copos de cerâmica lindíssima e uma andorinha branca para fazer companhia à que já tenho, mas estou tão rendida ao conceito e à beleza de todos os artigos que sei que lá irei regressar e que será a minha loja de eleição — tanto a física quanto a online — na hora de escolher os miminhos mais amorosos e os presentes mais especiais, com a garantia de que estou a apoiar e valorizar o fabrico nacional.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

FILMES || O Primeiro Encontro


Embora goste de filmes espaciais de ficção científica, afasto-me dos filmes sobre extraterrestres. O excesso de fantasia, efeitos manhosos e fatalismos mundiais desencanta-me e acabo por nem os assistir. No entanto, abri exceção a'O Primeiro Encontro por ter sido tão aclamado pela crítica.

Doze OVNIS surgem, inesperadamente, no nosso planeta e decidem aterrar em 12 pontos globais diferentes. O mundo inteiro entra em enorme tensão e as perguntas são óbvias: quem são? Por que aterraram em 12 pontos do planeta tão distintos? Quais são as suas intenções? Para responder a estas questões, os Estados Unidos — um dos países escolhidos pelas naves misteriosas — recorrem a linguista especializada em tradução e a um físico.

A receita era perfeita para mais um filme vulgar sobre E.T. mas O Primeiro Encontro prima pelo exato oposto; os efeitos especiais e sonoros são ótimos, a narrativa é muito rica e não somos bombardeados com raios laser manhosos e conflitos bélicos fatalistas. Mais do que um filme sobre extraterrestres, O Primeiro Encontro é um filme sobre o tempo e a comunicação.

O argumento extraordinário torna-o numa obra excecional e que nos deixa a refletir muito depois dos créditos finais — o que é incrível. As inúmeras nomeações para a cerimónia dos Oscars de 2017 apenas reforçam a qualidade do filme. Recomendo muito. 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

TECH || ONrhythm 500


Um dos aspetos que muita gente dá pouca importância quando se pensa num treino funcional é a zona de treino. A zona de treino permite-nos saber em que intervalo de batimentos cardíacos por minuto (bpm) devemos ficar para rentabilizar o nosso treino. Conforme os objetivos de cada um e alguns fatores, como a idade e a frequência cardíaca de repouso, esse intervalo altera e, portanto, é um dado muito pessoal. No entanto, é excelente para sabermos em que intensidade devemos treinar.

O meu plano de treino já tem o meu intervalo adequado e foi por isto que procurava um relógio que fizesse indicação dos meus bpm e acabei por recebê-lo, no Natal. O ONrhythm 500 é da Kalenji, uma marca da Decathlon e é o meu primeiro relógio desportivo. É composto por um relógio digital e uma banda que colocamos na zona torácica — e não é incomodativo, pelo menos, para mim. A banda monitoriza os nossos batimentos cardíacos e envia, ao segundo, a informação para o visor, para que os possamos consultar. Para além desta funcionalidade, o relógio faz também um registo de utilizador com os vossos dados principais, memoriza todos os vossos registos de atividade, para que possam consultar mais tarde, e ainda indica a duração do treino, média de bpm, média de calorias e permite-vos personalizar o tipo de atividade que vão executar — modo livre ou consoante as várias etapas do vosso treino (aquecimento, cardio, musculação...). Confesso que sempre privilegiei relógios mecânicos mas só um modelo digital poderia proporcionar este tipo de dados. A grande maioria destes dados não é urgente para mim mas acaba por ser interessante ter uma informação detalhada sobre a minha atividade física. Todo o relógio é muito intuitivo e prático mas o livro de instruções também é esclarecedor. 

Para já, estou totalmente satisfeita e tem sido o meu companheiro de treino. O meu modelo é com detalhes em azul — existe noutras cores — e o design é simples e sóbrio. A banda é bastante resistente e ambos têm resistência à água — embora o relógio tenha muito mais resistência do que a banda. O ONrhythm 500 cumpre o seu propósito. Se também gostavam de monitorizar melhor a vossa zona de treino, não poderia recomendar mais. Tem sido muito interessante observar a evolução da minha eficiência cardíaca.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

LIVROS || Regresso à Pequena Ilha


Depois de ter lido Breve História de Quase Tudo, tive muita curiosidade para voltar a ler algo de Bill Bryson num contexto diferente. Sem pesquisas em particular, fui às escuras e iniciei a minha primeira leitura do ano com Regresso à Pequena Ilha.

Confesso que não sou a maior apaixonada por livros sobre viagens — por mais estranho que pareça. Gosto de guias e livros técnicos de viagem, mas não adoro livros que façam o relato de alguém numa viagem porque sinto muita falta do conteúdo visual — e acabo por dar preferência a vídeos. Portanto, quando me apercebi de que tinha em mãos um livro sobre uma viagem, fiquei muito apreensiva e duvidei da minha escolha. Felizmente, Bill Bryson não me desiludiu — uma vez mais!

Em Regresso à Pequena Ilha, o autor — que viveu durante muitos anos em Inglaterra — regressa ao Reino Unido para tirar a sua (exigente) cidadania britânica e para fazer uma viagem cruzando o país inteiro de Sul a Norte numa linha que o próprio traçou e designou como 'Linha Bryson'. Esta jornada e consequente publicação não são pioneiras, uma vez que Bryson já tinha feito uma viagem parecida e escrito sobre isso. O livro chama-se Crónicas de Uma Pequena Ilha, que não li mas que não considero que dependam de um para ler o outro, até porque, desta vez, o próprio procurou visitar locais diferentes dos que já tinha ido — e escrito —  anteriormente e as referências ao primeiro livro são muito pequenas e sempre esclarecedoras.

Regresso à Pequena Ilha não aborda exclusivamente a viagem e creio que foi isso que mais me conquistou. Além das óbvias descrições dos vários pontos diferentes e discrepantes do Reino Unido, o autor partilha, também, muitas reflexões sobre a própria cultura do pais e da dos Estados Unidos — a sua terra natal —, sobre atualidade, sobre comportamentos da sociedade, sobre a urgência de preservarmos as maravilhas culturais e ambientais que vamos encontrando e visitando e contextualiza, ainda, algumas das figuras e locais históricos por onde passa. Todas elas são observações muito inteligentes, interessantes e divertidas.

Já não me lembrava da última vez que tinha rido tanto a ler um livro, isto porque o seu humor — já, de alguma forma, revelado na Breve História de Quase Tudo — apresenta-se em todo o seu esplendor (e com muita identidade) neste livro. Está recheado de capítulos sarcásticos e com muita recorrência à ironia. Não me identifico com a impulsividade e mau feitio do autor, mas as risadas não foram poupadas.

É incrível como olhamos para o Reino Unido como Londres num todo e está tão longe de o ser. É um país muito mais campestre e rural do que julgamos e o livro recorda-nos isso de uma forma leve, bem disposta e muito agradável. Se procuram uma leitura divertida, que vos distraia do mundo e vos transporte para o país britânico, não poderia recomendar mais!

Autor: Bill Bryson
Número de Páginas: 415
Disponível na WOOK (ao comprares através deste link, estás a contribuir para o crescimento do Bobby Pins)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

BOBBY PINS || E Se Não Tivesse Um Blog?

Não teria o orgulho que tenho por ter criado um dos projetos que mais estimo. Os singelos ganchos de cabelo não teriam o simbolismo que (agora) têm, para mim. Não teria desenvolvido tanto esta noção de comunidade e de entre-ajuda que existe, na Blogosfera. Talvez não soubesse tanto sobre mim, ou tivesse de o descobrir de outras formas. Não saberia que tanto do que eu penso, gosto e reflito é comum e sentir-me-ia sempre 'deslocada'.

Se não tivesse criado o Bobby Pins, provavelmente o universo dos blogs passar-me-ia ao lado e é lamentável imaginar um cenário destes. Ler outros blogs permite conhecer múltiplas temáticas, opiniões e tendências num só lugar e com uma identidade associada. Não iria saber tantas coisas interessantes e provavelmente não iria escrever sobre elas e dar o meu próprio testemunho, quando faz sentido.

Escrever para um blog, ler e comentar outros blogs abriu os meus horizontes e permitiu-me ter experiências únicas que dificilmente teria de outra forma e permitiu-me conhecer várias abordagens ao mesmo assunto e aceitá-las. Pertencer a uma comunidade tão abrangente leva-nos a explorar imensas formas de pensar, gostar e comunicar que no nosso dia-a-dia acontecem de uma maneira muito mais pequenina. A Blogosfera é uma descoberta constante e que te estimula a manter o espírito aberto, o interesse e a atenção.

Se não tivesse o Bobby Pins, provavelmente não conheceria outros bloggers talentosos — alguns que conheço, até, pessoalmente e com quem desenvolvi amizade. Numa chance muito remota, iria cruzar caminho com eles sem desconfiar que têm ideias geniais, personalidades incríveis, qualidades nobres, um talento desmedido e jamais saberia que teria tanto carinho por eles. Iríamos apenas cruzar e pronto. Se não tivesse o Bobby Pins, não conheceria os meus leitores extraordinários que, ocasionalmente, gostam de se apresentar nos comentários, e-mails ou mensagens e que se materializam num rosto que imagino, sempre que lhes escrevo (como agora). Não conheceria tanta gente maravilhosa, bonita e genial que gosta do que escrevo e partilho (isto ainda me parece surreal!). Talvez não partilhasse tanto do que partilho.

Ter um blog molda um pouco a nossa abordagem para a vida e não o digo de forma dramática ou hiperbolizada. É como uns óculos especiais, onde ganhamos uma nova visão sobre tudo o que nos rodeia. Não visitamos mais os lugares da mesma forma. Não refletimos mais sobre as nossas conversas de forma tão fugaz. Não observamos as notícias e a atualidade no mesmo prisma e não comunicamos mais como dantes. Trazemos às costas uma bagagem de ideias, informações, opiniões e influências de tantos outros que desempenham o mesmo papel: escrever sobre tudo o que nos faz felizes. E usamos toda essa bagagem para observar, conversar, pensar, comer e escolher melhor.

Se seria a mesma Inês? Provavelmente. As mesmas ideias, o mesmo perfil, o mesmo gosto pela vida, o mesmo humor. E transformaria a vida à minha maneira na mesma. Mas o Bobby Pins arrecadou muito mais do que consigo imaginar e fico grata todos os dias por ter clicado no 'Criar um blog'. É difícil imaginar a minha vida sem o Bobby Pins e isso faz-me sentir que tenho razões para estar orgulhosa e para sentir que estou no caminho certo.


Obrigada, Lyne, pelo desafio.

domingo, 13 de janeiro de 2019

BOM GARFO || Simpli

 LISBOA

Excelentemente localizado na rua Braamcamp, o Simpli foi o ponto de encontro perfeito para um lanche de comemoração do novo ano com a Lyne — que me recebeu com um sorriso grande e um livro bonito no bolso. Na verdade, o Simpli recebeu-me a preceito, com uma ótima companhia à mesa, luzinhas que me fizeram recordar todos os cafés que visitei em Oslo e uma playlist de Coldplay a tocar on repeat. Não é difícil agradar esta Inês.

sábado, 12 de janeiro de 2019

WEB || 4 Podcasts


O universo dos podcasts tem ganho uma força maior na minha rotina desde que corro. O meu treino tem um tempo de corrida e de batimentos cardíacos que necessito de cumprir e, sejamos sinceros, por vezes não me apetece nada mexer. Canso-me da música a meio e aborreço-me. Foi assim que comecei a dar oportunidade aos podcasts e não os larguei mais. A ideia de uma espécie de conversa unilateral onde me posso distrair parece-me a solução perfeita.

Entretêm-me, a maioria tem a mesma duração que o tempo de corrida que preciso cumprir e fazem-me ansiar por ir correr — o que nunca acontecia — porque só me permito a ouvir novos episódios quando treino. Isto tem-me permitido descobrir alguns programas que oiço com regularidade e que sou muito fã!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

BODY TALK || Uriage Eau Thermale


Um dos maiores desafios para uma pessoa com pele mista no rosto, como eu, é entender o que funciona na pele e, mais importante, em que zona funciona. A minha pele não é uniforme e vou aprendendo a encontrar produtos que se comportem de forma eficaz em conformidade.

Para uma pele mista, que precisa sempre de cremes frios, foi-me recomendado o conjunto da Uriage Eau Thermale, que é composto por um creme à base de água que hidrata, reafirma e ilumina a pele, e por um serum que também cumpre os requisitos do creme e regenera a pele muito desidratada. Ambos são hipoalergénicos, têm uma fórmula leve, aguada, de rápida absorção e um perfume quase imperceptível.

Na minha pele normal e saudável, os dois produtos na mesma rotina não resultam, pelo que apenas utilizo o creme diariamente, sem regra específica — por vezes coloco de manhã, outras vezes à noite. O serum, por ser indicado para pele desidratada, apenas aplico, ocasionalmente, no inverno e nas zonas do rosto que mais precisam desse cuidado — no meu caso, na zona ao redor dos lábios. 

A genética, sem dúvida, tem feito um excelente trabalho, mas os pontos positivos a destacar são a eficácia na hidratação da pele — as zonas secas do meu rosto ficam rapidamente cuidadas —, o toque suave com que sinto a minha pele e a pouca quantidade de produto necessária para fazer toda a cobertura do rosto. Embora a embalagem seja pequena, uma noz de ervilha chega perfeitamente, tornando o produto duradouro e a embalagem portátil e travel friendly. Estou muito satisfeita com os resultados, até à data. Se têm pele mista e também vivem o pesadelo de todos os cremes hidratantes serem cremes 'quentes', recomendo.