sábado, 1 de dezembro de 2018


Nem consigo acreditar que estou a partilhar os últimos Favoritos de 2018... O ano passou num piscar de olhos e trouxe um Novembro manhoso.
Este mês deixou-me em mãos uma má notícia que, confesso, ainda estou a aprender a processar. Foi de tal forma duro que a coisa mais inesperada aconteceu: perdi a total vontade de escrever. Nunca me tinha acontecido. Já tinha passado por bloqueios ou preguiça, mas não a perda de vontade total. Suponho que cada um processa os murros pesados no estômago da melhor forma que sabe e esta foi a minha forma, dedicando-me a outras paixões que trouxessem um pouco de alegria aos meus dias. É por isso que eu gosto tanto dos meus Favoritos. Hoje, vou poder fazer um rescaldo de tudo o que foi luminoso num mês muito mau e isso deixa-me esperançosa e contente. Há sempre coisas boas a acontecer e para partilhar. E são elas que mantém os nossos bocadinhos todos juntos!


Uma das coisas que mais adoro nos saldos é garantir a roupa da próxima estação, e foi precisamente isso que fiz nos saldos de verão, deste ano. Quando o inverno terminou, apercebi-me de que as minhas botas pretas estavam prestes a anunciar reforma. Ainda as posso — e vou — utilizar, mas sabia que teria de investir num novo par. Acabei por encontrar estas, da Pull & Bear, e posso dizer-vos que estou a amar. Algumas das minhas particularidades preferidas deste par são a plataforma — não só tenho um pouco mais de altura, como estou protegida do chão molhado e da lama — e a boca elástica, que permite que a bota fique justa ao tornozelo — tenho o tornozelo muito fininho e detesto sentir que a boca dos sapatos está a nadar na minha perna.
Para mim, bota preta é uma peça fundamental no meu armário, em estações mais frias. Combina com praticamente todos os visuais e considero que vale a pena investir tempo na procura do par certo. Eu adoro este modelo em mim, sinto que é o que melhor me favorece.


E depois deste registo tão sério e normal de uma típica compra de calçado de inverno, transito rapidamente para algo mais confortável e fun! Creio que praticamente todos conhecem as minhas pantufas patas de monstro, fieis companheiras de casa. Mas cheguei a um ponto em que precisava de um segundo par para ir substituindo entre lavagens e decidi procurar o par de pantufas perfeito, que acabei por encontrar no Jumbo. Dá para acreditar?
São tão confortáveis! Nunca pensei adorar tanto o corte em chinelo, ao invés da típica pantufa fechada, mas a verdade é que acho muito mais prático. Posso colocar os meus três pares de meias e sinto que o pé não desliza e que a pantufa não foge, além de me dar um ar muito caricato a caminhar por casa. Acredito que tudo na nossa casa deve simbolizar identidade e conforto, portanto, nada me dá mais prazer do que chegar — especialmente nestes dias mais frescos —, guardar as chaves, descalçar à entrada e deslizar o meu pé nestas pantufinis macias e quentinhas.


Um casaco vermelho foi a minha busca dos últimos dois anos. Existem imensos e estão na berra, mas vocês já sabem como sou com a roupa: ou é como idealizo, ou não vale a pena iludir-me. Queria que fosse um vermelho fechado ou com sub-tom cereja e queria um corte clássico porque o tom do casaco já chama a atenção, portanto, preferia que o design fosse sóbrio, para equilibrar.
Foi um dos meus presentes de aniversário e um dos que mais amei, também. Acreditem ou não, é da Primark e adoro o tecido porque não faz borboto! O tom é exactamente o que queria e acho que me assenta muito bem. É um toque de cor para os meses de inverno e que, embora seja uma cor de destaque, combina muito bem com visuais mais básicos e protagoniza o look. Num conjunto mais monocromático ou com gangas, acho que vinga bem.


Odeio borbotos! Tiram-me mesmo a confiança para usar certas peças. Tornam a peça feia, velha e desleixada, o que é uma pena, porque muitas vezes eu continuo a adorá-la mas, por causa dos borbotos, vou pondo de parte até encarar que nunca mais quero usá-la. Cheguei a tentar usar lâmina e é uma alternativa, mas não quando já existe uma quantidade significativa de borbotos. 
A máquina funciona na perfeição. É mágico observar o tecido sair como novo e a peça ganhar uma nova cara. Além disso, é baratíssimo e tem sido um essencial nas peças de inverno. Resulta, de facto! Não sei se ainda está disponível mas os produtos do Lidl são rotativos, portanto, à semelhança do modulador, se voltar a encontrar a máquina, comunico! Ou recomendo que tentem encontrar uma parecida, porque é life changing!


Não tenho furos nas orelhas e nunca tive curiosidade, sequer vontade. Brincos é um acessório que me passa totalmente ao lado, porém, desde que a tendência das pérolas chegou, babo-me para todos eles e invejo quem os pode usar nas orelhas. Não o suficiente para ir furar as orelhas, mas para suspirar com uma pitada de inveja.
Descobrir que a Parfois vende brincos de mola foi como ver luzinhas e cornetas celestiais a tocar. Quão genial isto é? Foi uma descoberta ao acaso, onde dei de caras com estes brincos pérola que têm feito as minhas delicias. Posso ceder à tendência sem ter de furar os meus lóbulos e isso deixou-me radiante. Adoro que sejam muito simples, intemporais e sofisticados. Talvez seja impressão minha mas, sempre que os uso, tenho a sensação que me emolduram o rosto de uma forma mais madura. Estou mesmo feliz com esta descoberta. Já sabem, se também não têm furos e gostavam de usar brincos, dêem uma espreitadela na Parfois!


A Kiko tem sido a minha melhor amiga no que toca a cores de batom incríveis e, este mês, tenho dois tons maravilhosos que não parei de usar. Um é da coleção permanente e outro integra a nova coleção de Natal. Falo-vos, primeiro, deste último.
No número 2, este batom de textura creme é maravilhoso quando quero um rosa a puxar para vermelho tijolo nos lábios. Confesso que um dos meus truques é passar totalmente o batom nos lábios e depois transferir ligeiramente para um algodão ou lenço de papel, de forma a tornar a cor mais suave. Quando faço isto, não só o batom transfere muito menos — quase nada!! — como fica também num tom rosado mais natural e que choca menos com o meu rosto pálido — especialmente no Inverno. A cor torna-se mais harmoniosa para o dia-a-dia e, nas alturas em que quero algum destaque, deixo-o ficar naturalmente, sem passar o lenço. É um tom maravilhoso para dar um pop de cor ao nosso rosto, sem exagerar. Outros dois pormenores maravilhosos: a embalagem do batom é em íman, o que significa que nenhuma tampa se perde e a bala cheira... a coco (para desenjoar um bocadinho dos cheirinhos abaunilhados)!


O segundo batom que usei sem parar é da coleção Unlimited Double Touch e é no número 104. Uma vez mais, é um tom tijolo mas que puxa mais para os tons terra sem ser assumidamente castanho — tem uma certa tonalidade roxa pelo meio, muito subtil. O batom tem dois lados, um com a cor — que eles chamam de base — e o outro com uma cobertura brilhante para darem ao batom um toque glossy — no bom sentido.
Confesso que comprei o batom por causa da cor mas que, na verdade, ando viciada no gloss, especialmente porque a textura é totalmente diferente de tudo o que já experimentei. A sensação nos lábios não é gordurosa ou pegajosa e sim aquosa. Não só dá um efeito visual molhado como é também essa a sensação que fica. Tenho adorado usar o gloss por cima do meu lápis preferido de sempre para manter o meu tom de lábios natural e finalizar um este brilho bonito. A aplicação do gloss também é mais fácil do que a do batom. Ambos têm uma fórmula fantástica e fiquei totalmente convencida, mas deixo a dica: tenham à mão um bom desmaquilhante na hora de tirar o batom (base), porque ele não sai por nada. Perfeito para ocasiões festivas e jantares sem preocupações, péssimo para quem nunca teve um desmaquilhante na vida e teve de fazer uma oração para o batom sair (estou a apontar para mim).
Uma visita ao Porto tem de ter pratos gostosos para referir, tal como se quer! E embora não me tenha deleitado com a francesinha d'O Forno que tanto merecia, tenho um belo bacalhau com natas para recordar. Um prato familiar, mas que soube tão bem de comer ao abrigo da Petiscaria Santo António, enquanto chovia lá fora. É uma das minhas melhores memórias desta viagem ao Porto.

E porque o Porto tem sempre um lugar doce — no paladar e no coração — recordo os meus estimados cupcakes da Spirito. Desta vez, trouxemos uma caixa para fazer uma verdadeira degustação de cupcakes e, além do meu preferido, red velvet, trouxemos ainda outros dois com frosting de Oreo e de Kinder Bueno. O preferido mantém-se o red velvet mas o de Kinder Bueno estava divinal. Resta-me confirmar que, sim, os cupcakes de red velvet da Spirito e do TEASE são mesmo muito semelhantes — o que é ótimo, porque os lisboetas já mereciam um docinho destes!


Finalmente experimentei a delícia do KitKat rosa! Foi numa autêntica quinta pink: pantufas cor-de-rosa, elástico cor-de-rosa e chocolate cor-de-rosa. Já sabia que o sabor não era de Morango ou outros frutos sugestivos da cor rosa, mas sim derivado do cacao rubi e o sabor não é mesmo do original, embora sejam muito próximos. O KitKat original tem um gosto mais familiar a chocolate de leite e este é um pouquinho mais amargo. Curioso, gostei mais deste do que do original. Um toque rosa no meu dia tão negro.

Mal soube que ia fazer uma visita flash a Aveiro, por mais que tardia, sabia que tinha de voltar a matar saudades do meu doce típico preferido de sempre: a tripa de Aveiro. E com a ajuda dos meus estimados e incríveis seguidores Aveirenses, consegui ter esse pequenino prazer. Não estava à espera de regressar a Aveiro tão cedo — e tão rápido — mas qualquer segundo lá sabe sempre bem para matar as saudades. Quem diria que 2018 iria registar duas visitas a Aveiro e duas tripas saboreadas? Estou feliz demais!

Novembro marcou o regresso ao meu estimado Átrio. Em clima de celebrações, voltei a deliciar-me com os meus dois pratos preferidos da casa: hot rolls de salmão, crocantes, quentinhos e deliciosos e com o risotto de lima e camarão, o melhor risotto que já comi na vida inteira. É sempre tão bom regressar a lugares onde sabemos que vamos ser bem atendidos e que vamos sair de barriga feliz... (Daniel, já merecia um menu grátis vitalício do tanto que eu falo do Átrio por aqui!).

Comer, Orar, Amar | "(...) nunca tinha lido uma descrição tão forte, real, crua e fiel da ansiedade, da depressão (e a respetiva medicação), da solidão. Em certa parte, acho que só faz sentido existir no livro por ser uma linguagem tão variada. Já li muito sobre todos estes temas e nunca tinha feito uma leitura tão... marcante. A sua luta, a sua determinação para sair do buraco negro, a sua vontade de ser uma pessoa mais feliz por dentro são partes do livro que nunca irei esquecer e que me comoveram." — review completa aqui.

O Tatuador de Auschwitz | "O nascer de uma história de amor verídica no interior de Auschwitz é a prova de que mesmo nas circunstâncias mais improváveis, mais negras e mais cruéis, a humanidade nunca se apaga nem morre." — review completa aqui.
Chilling Adventures of Sabrina | "Sem grandes referências às obras passadas, esta é, talvez, a versão mais pesada do universo deSabrina — mas nem por isso menos interessante. As personagens são misteriosas, envolventes e interessantes, as referências ao Halloween e ao culto satânico trazem o ambiente spooky à série — embora existam, também, momentos tipicamente teen — e a fotografia é totalmente única e original: além da paleta de cores muito bem definida, tendencialmente escura e fria, há também um efeito visual de desfoque muito extravagante, como se assistíssemos à série através de uma lente."

Monstros Fantásticos 2: Os Crimes de Grindelwald | "No fim, o que podem esperar são duas horas de ação que vos vão prender e surpreender (muito!!!) do início ao fim, com a certeza de que podem sempre contar com monstrinhos fofos e incompreendidos, grandes gestos de amizade e lealdade, a prova de que as nossas Casas não definem as novas convicções e que há sempre fugas ao estereótipo — para o bem e para o mal — e um sentido moral por detrás de toda a narrativa, ao estilo a que Rowling já nos ensinou."


No Natal passado, partilhei convosco uma vela que tinha comprado, no Lidl, e que tinha amado o cheiro. Era um cheiro natalício diferente de tudo, doce e caramelizado, que deixa qualquer divisão com um perfume inesquecível. Escusado será dizer que gastei a vela até ao seu último suspiro e torcia para que voltasse, nesta época. Foi na minha busca pela máquina anti-borbotos que dei de caras com uma série de velas enormíssimas à venda, e entre os cheiros habituais de baunilha ou maçã e canela, lá estava ela: a vela de Natal que eu amei, num tamanho absurdo! Trouxe comigo, arrependida de não ter levado mais uma. Tem sido a minha parceira de quarto. Já matei saudades do cheirinho e fico sempre feliz quando chego a casa, calço as pantufas e posso acendê-la. É simplesmente maravilhosa!

A vantagem de ter um primo para mimar ocasionalmente, é descobrir jogos diferentes, divertidos e fantásticos. Desta vez, foi o Sushi Go! e fiquei tão rendida que lhe dediquei uma publicação exclusiva. Adoro jogos de estratégia de pontos e acho que este é perfeito para levar para todo o lado e ter à mão em casa, num jantar de amigos ou numa viagem — a maravilha que isto teria sido nos meus voos de longo curso!!!


Num mês com assinatura do mundo fantástico de Harry Potter, vir parar este sortido às minhas mãos foi o miminho perfeito! Há anos que não tinha um sortido para mim — costuma ser algo mais virado para as crianças — e eu amei ter um pequeno pacote nas mãos sem saber qual das figurinhas iria calhar. Já tinha visto o do João — um Snape — e do meu pacote saiu um Harry Potter com o equipamento do Torneio dos Três Feiticeiros — para quem não sabe, Goblet of Fire é um dos meus livros e filmes preferidos da saga! Quão genial foi esta coincidência??
Claro, foi logo parar às chaves do Fiat e é adorável demais. Estes porta-chaves pertencem à coleção Funko e estão à venda em sortido ou podem comprar a figurinha que desejam, em caixinhas individuais. Suponho que deva ter bebido um Elixir da Sorte antes de ter aberto o meu!!
Novembro não trouxe uma playlist extraordinária, confesso. Os Coldplay lançaram o seu novo trabalho e Voodoo é a minha preferida, mas a maior parte das músicas que me acompanharam foram hits antigos que já tinha saudades de ouvir. No entanto, e como já é habitual, deixo-vos aqui algumas músicas de destaque da playlist, que eu recomendo que escutem com uma atenção particular! Forgotten Love, da AURORA, é a minha música preferida de Novembro e vale muito a pena ouvir, The End Of Love foi uma agradável surpresa, especialmente porque não sou louca por Florence + The Machine e Hide & Seek nesta roupagem de coro é fe-no-me-nal e recupera uma canção que eu já gostava imenso, da Imogen Heap!



Queria também destacar este cover fantástico da Lucid Dreams protagonizado por Halsey. Eu nunca gostei da canção original — sempre que os primeiros acordes tocam na rádio, julgo que vai ser a minha amada Shape of My Heart e depois desiludo-me — e a interpretação dela está incrível.

Novembro foi longo e o inicio em modo feriado prometia trinta dias em cheio e recheados de momentos bonitos. Em parte, assim foi; eles existiram e serviram para elevar um mês marcado por um contratempo (apenas) chatinho e um murro no estômago.

No mês que passou, houve direito a uma visita flash ao Porto, para rever a sua beleza e personalidade. Entre museus e restaurantes, não houve tempo ilimitado, mas foi muito especial passear pelas ruas ao som dos Clérigos — do jeito que eu gosto.



Para o regresso, aguardavam-me dois aniversários especiais; o da Carolina — que tive todo o gosto em rever e de celebrar um bocadinho com ela — e o da minha tia, numa mesa cheia, em família e com muitos pratos deliciosos. 
Um dos momentos mais especiais deste aniversário, foi um dos artigos que escolhi para lhe oferecer como presente; foi a minha tia que me introduziu no mundo de Harry Potter, que tanto estimo e que ela tanto ama. E foi a minha tia que me ofereceu a maioria dos livros e filmes que compõem a saga. Era com ela que discutia a história, as teorias e os pormenores reservados aos leitores mais dedicados. Sem ela, talvez não teria sido tão bem apresentada a este universo que eu amo. E por ela, estou muito grata por todos os artigos que me ofereceu para eu acompanhar a saga com este encanto.
Fiquei radiante por, finalmente, poder retribuir o gesto e oferecer-lhe o Cursed Child, que ela ainda não leu. Ao fim de tantos livros que ela fez chegar às minhas mãos e ao fim de tantos anos, foi delicioso poder assumir a minha vez e ser eu a oferecer-lhe um, para variar. O seu entusiasmo diz-me que acertei neste miminho.


Os murros no estômago foram combatidos entre fins-de-semana tranquilos, experiências culinárias a dois e encontros marcados em cima da hora para dividir um abraço apertado e umas fatias de pizza. Houve conquistas e novidades bonitas, também, que deram luz ao mês; escrevi um artigo a convite do Lisboa Cool, estreei-me como Editora de Cultura da Nude Magazine e fui selecionada para Embaixadora do Programa da momondo. Tudo mini-vitórias que foram recebidas em festa e com sorrisos rasgados pelas minhas pessoas. Quando temos pessoas que nos querem bem, tudo fica mais delicioso de viver.



Os dias soalheiros permitiram passeios pela cidade e as primeiras compras de Natal, mas os programas indoor também merecem destaque, entre eles, a ida ao cinema para assistir a Monstros Fantásticos. Eu adoro ir ao cinema, acho terapêutico. É um momento em que estou cem por cento presente, tenho um dos meus snacks prediletos à mão e não tenho de pensar ou preocupar-me com nada. É um momento em que posso desligar e desfrutar. Amo, mesmo.


Não esperava que Novembro me trouxesse a Aveiro. Talvez seja um pequeno brinde que pude partilhar com a minha família. Foram poucas horas — apenas as suficientes para jantar e procurar uma tripa gostosa — mas souberam a casa. Sabem sempre.


Novembro foi assim. Com momentos harmoniosos e tranquilos para acalmar o coração. Quase como um pedido de desculpas do mês e uma forma de me prometer que vai tudo ficar bem. Mesmo no medo. Mesmo no caos.
Obrigada, avô. Por seres tão corajoso e otimista quando estamos juntos. Obrigada por nunca te faltar um sorriso muito rasgado e um abraço quando vou ao teu encontro. Por teres sempre muitas saudades minhas, mesmo que nos tenhamos visto no dia anterior. Eu gosto tanto de ti.

Obrigada à minha família. Quem era eu sem estes elementos tão únicos, tão cheios de personalidade, tão diferentes entre si mas, de certa forma, tão complementares? Sou muito grata por poder ter um contato regular com a minha família mais próxima e isso deixa-me muito feliz. São os meus alicerces, o meu porto de abrigo e os meus maiores fãs — mesmo quando são chatinhos.

Obrigada, tia. Por seres a minha Potterhead preferida.

Obrigada, Diogo. Termos o amor e a confiança de alguém é muito especial, mas acarreta também a verdade factual de que não vamos ver sempre as nossas pessoas preferidas felizes e plenas. O Diogo sabe que choro, que desespero, que não estou 'super okay' com tudo o que se está a passar, que tenho muitas inseguranças e que sou ansiosa. E ele cá está. Às vezes, sem saber o que dizer. Mas sempre sabendo como me apoiar. Como dizer que tudo vai correr bem de uma forma credível. Com uma solução, talvez não para o problema, no imediato, mas para me tirar tudo o que bombardeia na cabeça por uns minutos. E isso é precioso.

Obrigada, Bia. Num mês em que praticamente não nos vimos, estivemos perto uma da outra diariamente. Sem esforços ou regras, sem deveres ou cobranças. Comunicamos porque sim. Comunicamos porque não. E temos sempre uma palavra para partilhar com a outra, mesmo quando faltam. E quando faltam mesmo, há um meme engraçado para dividir. A piada nem tem graça se não dividirmos as gargalhadas uma com a outra.

Obrigada, Carolina. Por me permitires celebrar o teu aniversário contigo e me deixares contribuir com um pedacinho de felicidade.

Obrigada, Joaninha. Pela nossa troca de desabafos. Guardei as tuas palavras comigo, com todo o carinho. E estão bem tratadas. Prometo.

Há sempre boas notícias ao virar da esquina.

10 comentários:

  1. Obrigada eu, Inês. Sem dúvida que melhoraste o meu mês!

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  2. Esse casaco é perfeito. Vou ter de assumir uma atitude mais presente na Primark.
    Quanto às pérolas, super compreendo o que dizes. Quando uso pérolas, destoo imenso do tipo de acessórios que uso, porém, sinto-me tão casual chick, tão elegante.
    Vou também fazer alguns investimentos a nível de batons, por isso, vou aproveitar as dicas e passar na Kiko.
    Fico tão feliz por te ver rodeada de pessoas boas, digo-te sempre isto e continua a ser imenso verdade. Assim como me enche o coração saber que, apesar de tudo, consegues dar todo o teu amor às pessoas, à família, aos amigos (Como a Carol), etc.

    Não tenho a certeza ser a Joaninha a quem te referes, mas creio ser. Agradecer é bonito, porém, de todo necessário... as palavras que me dizes e trocas comigo são tão especiais que tenho tudo gravado, algumas mesmo escritas para as reler quando e onde quiser. Por isso, estou à distância de um click e espero voltar estar à distância de um mimo!
    Um Dezembro muito quentinho, iluminado e AMORÁVEL. Mereces. Um beijo para o teu avô, um maior para ti. 💛🎄

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  3. Olá Inês! Digo-te isto todos os meses, mas fico sempre feliz quando leio os teus favoritos! Consegues sempre passar uma sensação de aconchego e de "estar em casa" inacreditável! Espero que dezembro seja um mês mais feliz para ti que novembro foi, um grande beijinho!

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  4. Que aconchego de favoritos, Inês 😊
    Neste momento não tenho nenhum par de botas, pelo que ando à procura de umas, mas na Seaside. Talvez tenha de abrir os meus horizontes e passar pela Pull também :P
    Também já provei o tão famoso Kit Kat rosinha e é mesmo delicioso!
    Ando há semanas, se não meses, a tentar ir ao Átrio, mas o meu horário de trabalho não me tem permitido fazê-lo. E ao fim-de-semana é complicado por não estar em casa... mas tenho de lá ir. Sabes, acho que o Daniel que falas é o mesmo que eu conheço... tebho um colega de turma de Secundário que trabalha lá e se calhar até é o mesmo de que falas por aqui :)
    Beijinho e um bom Domingo 😘

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  5. Adorei o post :)

    O look está giríssimo :) Gosto imenso do casaco e da saia :)
    A agenda que está na fotografia das pantufas (adoráveis btw. Não vivo sem :) ) é mesmo gira :)

    Já experimentei esse Kit Kat e não gostei. Não sou fã de chocolate amargo :/

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    1. Não é uma agenda, é um bloco de notas. Há de várias cidades :)

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  6. Os Mota são rijos e há-de correr tudo bem (mas fizeste-me chorar...). Abraço apertadinho

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