quinta-feira, 1 de março de 2018


Fevereiro...! O mês mais romântico do ano. Foi amoroso com vocês? Comigo foi muito melhor do que esperava, confesso. Se tivesse de o descrever numa palavra, diria: preenchido. Sem a conotação negativa. Sinto que aproveitei muito bem o meu tempo e vivi muitas coisas que me acrescentaram. Fevereiro, o mês do amor, dos aniversários e da saída da Mala Rosa à rua. Fazem o balanço das coisas que amei comigo?




O meu achado dos saldos de Janeiro foi, sem dúvida, estas calças de cozinheiro, como gosto de lhes chamar. É um nome carinhoso, ou não as adorasse tanto. Mas, realmente, é aquilo que me fazem lembrar e foi assim que as baptizei. Adoro-as! São de corte clássico, a direito, num padrão houndstooth que acho que lhe dá um ar intemporal! Ao contrário do que muitos podem pensar, acho-as bastante versáteis, pelo menos, para as peças que tenho no meu armário; casam na perfeição com camisolas e elementos de cores neutras, evidentemente, mas também acho que podem fazer o maior sucesso com camisolas de cores mais vivas, como vermelhos, rosas, azuis, que dão um pouco de vida e garantem um visual mais divertido. Já usei das duas formas e sinto-me sempre muito arranjada! Só não me peçam é para cozinhar nada, porque de cozinheira, só as calças é que representam!



A minha opinião em relação aos kispos é que são absolutamente inestéticos. Deformam o nosso corpo para uma bola insuflável e tornam-nos bonecos da Michelin. Mas estava a preparar-me para ir para a neve e ambientes muito frios que exigiam um casaco quente, pouco pesado e impermeável. Os meus sobretudos não tinham as condições necessárias e tive de investir num kispo.

Aproveitei os saldos para o fazer e consegui trazer este kispo da Bershka por metade do preço e ficou mais que aprovado. No dia-a-dia, só o usei na véspera do Carnaval porque estava um frio demoníaco, mas não é a minha peça de roupa de eleição para a rotina — continuo a não apreciar, de todo, este tipo de casacos —. Mas esta peça em questão surpreendeu-me pela positiva. O corte é um pouco cintado, é muito leve, corta o vento na perfeição, protege muito bem do frio — eu estava a morrer de calor no meio da neve, será possível?? — e, embora não tenha capuz, o pêlo que vêem na gola está cosido para dentro para que possa proteger a zona do vosso pescoço! Inicialmente achei esta ideia muito estranha e julguei que seria muito desconfortável — comecei a imaginar os horrores que ia passar com comichão por causa do pêlo e a sensação de sufoco — mas o desfecho foi completamente diferente: o pêlo é muito suave, não causa qualquer tipo de irritação no pescoço e a ideia é aconchegar-vos o suficiente para que não tenham de trazer camisolas muito grossas ou de gola alta quando vestem o kispo. Achei genial, especialmente para lugares que fazem muito frio mas cujos interiores são muito quentes. Não é o caso da Serra da Estrela, mas é o caso dos países nórdicos e de outras tantas capitais europeias que fazem muito frio e os espaços interiores são quentes. Só por este pormenor tão inteligente, já o recomendo vezes e vezes sem conta.

Fui arrojada na cor porque sabia que não seria uma peça de uso recorrente e queria torná-la divertida. Não acho piada nenhuma a kispos de cores convencionais e gosto imenso dos tons de azul, vermelho e amarelo, neste tipo de peças. O vermelho foi a opção vencedora.



Não há nada pior do que ser uma completa naba no mundo electrodoméstico e um dos nossos aparelhos avariar. Voltar a comprar o mesmo modelo raramente é opção porque, idealmente, são máquinas que devem durar meias-vidas pelo que, quando avariam, o modelo já não existe ou está obsoleto... E todo um mundo de ignorância e incerteza abre portas para nós escolhermos um novo modelo. Foi o caso do secador que avariou, ao fim de séculos.
Os meus critérios foram seleccionar uma marca que já fosse da minha confiança e apostar na relação qualidade preço. Foi assim que escolhi um secador da Rowenta que estava numa mega promoção, na Box — comprei-o quase por metade do preço —.
O modelo é o Rowenta Infini Pro e faz parte da edição para a Elite Model Look. Na esperança de que exista alguém expert em secadores e cabelos, eis as características principais: Pro AC Motor, 2200W, Iónico e com qualquer coisa relacionada queratina (linguagens muito técnicas por aqui).
Facto é, aquilo que o torna um dos meus Favoritos e um modelo que recomendo (caso também estejam na mesma situação que eu estive) é o facto de secar muito rápido. Não tenho qualquer tipo de relação com secadores na Primavera e no Verão (o meu cabelo seca naturalmente e evito ter de lidar com o som do secador, que odeio!) mas no Inverno e Outono a conversa é outra e recuso-me a sair de casa para o frio de cabelo molhado, portanto, ter um secador que cumpra a sua função da forma mais rápida possível é um sonho. Além dos acessórios, têm três níveis de velocidade da ventoinha e três níveis de calor (e ainda a opção de ar frio). Até agora, estou super satisfeita com ele e acho que fiz uma compra inteligente (experts confirmarão). Fica aqui a dica!


Fevereiro foi um óptimo mês no que toca a sabores. De destaque, começo pelo chai latte que bebi logo no início do mês, acompanhado por um cupcake delicioso. Ambos são do TEASE e partilhei toda a experiência convosco aqui.

Foi mês de festa em família e isso significa que posso sempre contar com um Bolo de Chocolate Delicioso, que faz as minhas delícias a cada garfada — e do tanto que falo nele, já merecia Bolos de Chocolate Deliciosos vitalícios —.

Pude, finalmente, regressar à Fábrica da Nata, desta vez num contexto mais calmo e consegui sentar-me à mesa, pedir um Earl Grey e uns pasteis para saborear devagar. O chá não era nada de especial — a marca era fraquinha — mas os pasteis pude confirmar que são mesmo bons e melhores que os de Belém! Sobre a Fábrica da Nata, podem ler a minha opinião aqui.

O segundo mês do ano também fica registado pelos desejos finalmente atendidos, que é o caso da experiência gastronómica no Italy. Há anos que desejava pedir o meu prato de esparguete cozinhado no interior de um parmesão e, este mês, finalmente o Génio da Lâmpada concedeu-me esse desejo e foi memorável. Têm acesso a toda a review aqui.

E que mais tenho para vos recomendar? Um chá preto com cereja! Foi uma descoberta surpreendente graças à minha avó, que tirou a lata da despensa e convidou-me a experimentar. Se gostam de chá preto, vão adorar este. É a harmonia perfeita entre o sabor intenso do chá preto e a doçura da cereja. É produto nacional, da Lisbon Tea (YAY!) e, em Torres, podem adquirir as latinhas na Casa da Avó Gama. Existem de vários sabores e tipos de chá.


E vale a pena recordar os sabores do caril do meu restaurante preferido, que tem sempre um lugar disponível para mim e cujos empregados dão-me a carta pela cortesia, porque já sabem o que pedir da minha parte.

Este mês também provei, pela primeira vez, pastéis de requeijão e... adorei! O aspecto é muito parecido a um pastel de nata mas, a nível de sabores, acho que diferem imenso. É muito guloso e recomendei-vos o café ideal para o experimentarem aqui.

Mas não é só de sabores de fora que vale a pena falar. Os sabores cá de dentro também valem muito a pena!! Como a carne com molho húngaro da mãe e o arroz de marisco divino da avó! São sabores familiares, receitas que já são feitas de olhos fechados, mas sabem sempre ao mesmo (e ainda bem!).

Por fim, tenho o Favorito mais adulto de sempre — porque nós somos todos muito maduros: garrafas de água infantis!!
A marca Font Vella lançou uma edição para crianças (e porquê só para crianças??) com colecções de várias personagens que nós adoramos, desde princesas Disney, Winnie The Pooh, Toy Story, Star Wars, Homem Aranha... E quando descobri estas garrafinhas, não resisti em levar o Chewbacca! Qual não foi o meu espanto quando, uns dias depois, ao entrar no carro, tinha a Pequena Sereia à minha espera, numa surpresa querida!
Não tenho qualquer complexo por serem garrafinhas feitas para crianças porque adorei a colecção e acho que os designs estão o máximo! Ando com uma garrafa infantil atrás? Sim(!), mas estou radiante e o que me importa é mesmo sair para a rua sem medo de ser feliz. Vi as garrafinhas à venda no Jumbo.



Os Brinquedos da Nossa Infância — "Os episódios (longos) percorrem uma linha temporal desde a invenção do brinquedo até à sua popularidade (ou ausência de) nos dias de hoje, sempre com um registo muito leve, ligeiramente sarcástico em alguns pontos, e muito interessante. Podemos contar com entrevistas, publicidades antigas (adoro!!!) e revelações do backstage que, geralmente, nunca são tão glamorosas ou épicas como o brinquedo." — Lê a restante publicação aqui.

Given — "Não é um filme 'hippie', muito pelo contrário. É um filme sobre aventura e exploração. Sobre as lições que as viagens podem oferecer. O filme é um monstro visual, com uma fotografia extraordinária, cheia de cores, paisagens e padrões maravilhosos. Quase sem diálogos nenhuns, Given é um filme muito interessante que nos abre portas a muitas culturas de uma forma mais familiar do que um qualquer documentário de viagem seria capaz de fazer, e derreti-me completamente com o à vontade que as crianças tinham para brincar com a natureza e não terem medo dela." — Lê a restante publicação aqui.

A História de Deus — "A História de Deus, apresentada e narrada por Morgan Freeman (convenhamos, esta produção foi feita para ele), investiga de que forma a religião teve um impacto na História e no mundo como é hoje, e observa a sua força influente na Humanidade — independente da crença ou da ausência dela —. " — Lê a restante publicação aqui.

A minha segunda encomenda de fotografias da Parabo chegou e estou radiante por poder adicionar mais 25 fotos ao meu projecto de DIY. No final, olho para todas elas com um sorriso aberto e o coração a palpitar das boas memórias. Os meus planos sobre o que vou fazer com elas ainda estão um pouco parados, confesso, mas assim que tiver tempo para me debruçar sobre isto e terminar a minha ideia, partilho-a convosco, combinado?
Em mês de Carnaval, costumo sempre migrar para a minha playlist inteiramente dedicada à ocasião, porém, este mês, a música acústica teve uma forte presença no meu quotidiano, o que me agradou muito. Anavitória lançaram o EP que eu não sabia que precisava: um cover de músicas de Carnaval no estilo delas, devagar-devagarinho, com a doçura das suas vozes. Em muitos momentos, substitui os sons electrizantes dos originais pelas vozes delas e este miminho só aguçou ainda mais a minha vontade de ouvir mais trabalhos delas. Lancem logo mais trezentos álbuns!

Este mês descobri uma banda que, de certa forma, já conhecia. All The Luck In The World. Descobri-os através da música Never, há algum tempo, e por pura insensatez, não pesquisei mais sobre a banda até este mês, quando lançaram um novo EP, que adorei.

E o que podem, ainda, encontrar nesta playlist? Um avião de papel, o instrumental do Cosmos que acho que está monstruoso, algumas músicas que me fazem recordar a minha incrível viagem à Serra, uma outra música muito especial que me faz recordar a Laika, e uns quantos hits nada acústicos que deram um pouco mais de ritmo aos meus dias. Ah, e o fantástico cover da Wicked Game, que me deixou viciada durante dias a fio. Maravilhoso demais! Como sempre, há de tudo um pouco, ou não seria uma playlist da minha autoria.

Adoro quando revejo os meus Favoritos e me deparo com mais momentos para adorar do que qualquer outro tipo de bem material. Fevereiro não foi perfeito, mas tive muitos momentos memoráveis e bonitos. O mês fica registado pelos passeios pelos bairros lisboetas — aquela Lisboa de gema que eu amo —, pela descoberta da serena Estufa Fria e por uma viagem muito especial, que começou em Leiria, num conto de fadas.

Muitos anos depois, voltei a poder brincar na neve, tive um fim-de-semana desconectada das redes e conectada com o mundo ao meu redor, o que me ajudou a acalmar tudo o que me estava a atormentar no peito. Conheci Coimbra pela primeira vez e dividimos o maior fail do dia — que nos fez dar muitas gargalhadas e prometer um regresso para dar resposta —.

Fevereiro trouxe a festa de aniversário da avó. A mesa cheia, a comida preferida, o melhor bolo de sempre e a família que não trocava por nada. Foi um dia lento e bem saboreado, tanto nos pratos à mesa, como nas horas que se seguiram, cada vez mais lentas. Há muitas coisas boas no mundo mas, de momento, não me recordo de nada melhor do que barriga cheia do meu prato preferido e dormir a sesta enroscada com o João.

 Mas o aniversário não foi só da avó. O Bobby Pins celebrou o seu quarto ano de vida e devolvi todo o carinho através de um divertido desafio. Fevereiro vai ser sempre um mês especial graças a esta decisão, a esta criação, que me deixa tão feliz, tão orgulhosa.

O mês do Carnaval e da azáfama habitual. De encontrar e inventar máscaras, da cidade que fica cheia. É a época em que (re)encontro todas as pessoas nas ruas e pracinhas e que danço até os pés se cansarem. Ainda agora se foi embora e já conto os dias para regressar.

E Fevereiro é o mês do amor! Este ano, dividi a data com um grupo de amigas incrível que já conheço há quase uma década. O Dia de S. Valentim ficou marcado por uma maratona de Cluedo e de filmes da Disney. Um serão just girls que reavivou os nossos clássicos de infância e que serviu de desculpa perfeita para celebrar a amizade (que não é uma forma de amor?).

O segundo mês do ano foi muito bem passado à mesa — e eu gosto tanto! —. Com as amigas que tornam o momento mais doce do que o que está no prato, pessoas inspiradoras cuja conversa flui de uma forma completamente diferente e podemos falar sobre temas que, para tanta gente, são aborrecidas.
De estar à mesa para os almoços que servem para meter a amizade em dia, saber das novidades e brindar às vitórias. Dos jantares em família, pequenos e inesperados, especialmente em época de assalto ao Carnaval.
E à mesa, que não tem de ser mesmo à mesa, fica marcado o serão de Pizza & Friends, com mantas à mistura, pijamas vestidos, episódios em loop e queijo derretido garantido.

As últimas coisas boas a partilhar? A Risquinhas ter alta e podermos trazê-la de volta para o seu lar, os passeios com a mãe e com o João, o Kinder Surpresa — que foi mesmo surpresa —, o meu Domingo de spa com velas, água quente, earl grey e chocolate e uma estreia radical: andar de kart.

Como disse, preenchido. Mas tão bom...! Tão bom atender aos planos da agenda e adicionar outros tantos, inesperados. Tão bom chegar ao fim deste mês e ter uma mão cheia de momentos memoráveis com as pessoas que mais gosto.

Obrigada, família. Vocês dão-me tanto alento sem o imaginarem. Consolam-me, animam-me, mimam-me, fazem-me tão feliz. Por vezes frustrada, mas se não fosse assim, não seria uma 'família de italianos'. Vocês estão sempre comigo e estão sempre do meu lado e, cada vez mais, eu compreendo o quanto isto não é uma realidade garantida. Cada vez mais valorizo e sou grata por vos ter a todos, mesmo com todos os defeitos. Cada vez mais eu compreendo o quanto sou sortuda por ter cada um de vocês.

Obrigada, Ana. Pela tua fita. Por fazeres de mim uma Madrinha orgulhosa e por teres (e estares a) honrar todos os valores de Praxe que fazem sentido para mim e que me esforcei para passar (a todos). Obrigada por teres alinhado nesta aventura e me teres escolhido a mim para te guiar. É uma enorme responsabilidade sermos a constelação de alguém. Espero ter cumprido muito bem o meu trabalho. E o resto vai caber (tem de caber) naquela lindíssima fita.

Obrigada, Belka. Não sendo um favorito, tive uma crise de ansiedade inesperada perto dela e o pânico cresceu. Nem eu nem a minha mãe sabíamos como ela poderia reagir — nunca me tinha apresentado assim à sua frente — e o seu comportamento poderia ser prejudicial. Todo este medo estava a agravar a situação, já por si vulnerável e delicada. E esta irrequieta gordinha encolheu-se o mais possível para passar por baixo dos meus braços e aninhar-se perto do meu peito, lambendo-me as lágrimas e só saiu de perto no fim de toda a crise. Foi muito emocionante e acho que, na verdade, tudo teria sido mais difícil sem ela. Vê-la aflita fez-me compreender o quanto eu preciso de respeitar o meu corpo porque o meu sofrimento é o sofrimento de quem só quer o meu bem. Ela é mesmo o meu abraço-casa.

Obrigada, Bia. Caramba, por tudo. Por seres a amiga. Por me conheceres tão bem. Por responderes sempre com muita honestidade a todas as minhas mensagens cheias de dúvidas e incertezas. Por estares comigo nas lágrimas e braços abertos ao céu. Por estares sempre atenta (infalível!). Por saberes rir das mesmas coisas que eu — e isso não é nada fácil —. Obrigada pela nossa amizade, companheirismo e cumplicidade. És a irmã que eu tive o maior privilégio de escolher.

Obrigada, Diogo. Porque me (re)conheces como muito pouca gente conhece. Porque me empurras sempre para o lado da confiança, do que me faz feliz. Porque acreditas sempre que consigo. Porque nunca desejas menos do que a minha felicidade. Porque torces sempre por mim.

Obrigada, Joana. Pela tua doçura e franqueza. Por seres sempre aquela amiga cheia de ideias, cheia de novidades, cheia de coisas para contar. Eu adoro ouvir-te e acompanhar as tuas aventuras e vitórias. Adoro ainda mais quando posso dividi-las contigo.

Obrigada, Joana. Pelas chamadas de três horas. Porque toda a gente sabe quando és tu que me ligas. Porque podemos ser resmungonas com a vida juntas e nenhuma se chateia com isso. Por seres sempre a pessoa que compreende o significado de andarmos com a casa às costas, com mochilas desportivas que nada têm a ver com a roupa que trazemos vestida, mas vida de quem anda de um lado para o outro é assim. Obrigada por sempre confiares em mim tantas coisas e por me considerares a tua amiga mais sensata. Gosto tanto de ti.

Obrigada, Matos. Estás no curso certo. Medicina é para ti porque tens o maior talento para cuidar dos outros. Eu admiro a tua capacidade extraordinária para gerir o tempo e estares presente em todos os momentos importantes de todas as esferas da tua vida. Mais ainda, admiro a capacidade com que te apresentas sempre de sorriso e braços abertos, abraços apertados e um gigante "tinha tantas saudades tuas" dito de coração, também ele, aberto. Obrigada por seres a amiga que se lembra de mandar mensagens ocasionais cheias de carinho. É um gesto gentil que, cada vez mais, reflicto para os outros e para contigo, também. Obrigada por compreenderes sempre os meus estilos extravagantes por seres tão entusiasta pelos outros. Espero cuidar tão bem de ti como cuidas de mim.

Obrigada, Rui. Porque me apoias sempre e porque segues sempre tudo o que faço com interesse e isso significa muito para mim. Obrigada pela tua amizade, companheirismo e dedicação. Obrigada por dividires os valores da amizade e da praxe comigo. Obrigada por seres uma pessoa tão gentil e com quem eu gosto tanto de estar. Tens sempre uma forma de estar na vida muito leve e descontraída e isso é quase terapêutico, para mim. É extraordinário quando temos pessoas do nosso lado que não querem nada menos do que o nosso bem. Fazes-me sempre sentir que sou mil vezes mais e melhor do que, na verdade, eu sou.

Obrigada a todos vocês, meus leitores. Por quatro anos extraordinários de partilha, discussão e carinho. Por nunca vos faltarem sugestões e palavras queridas. Por gostarem tanto (ou quase tanto) do Bobby Pins como eu gosto e por serem tão assíduos nas vossas visitas. Obrigada por tudo o que representam na minha vida. Obrigada por tornarem o Bobby Pins numa aventura mil vezes melhor do que já é.

Que Março seja extraordinário para todos nós.

7 comentários:

  1. É tão bom ler a descrição dos momentos que te marcam a cada mês que passa! Adoro a forma como os descreves, demonstra que foram mesmo especiais para ti.
    Espero que Março te traga ainda mais alegrias e momentos bonitos :)

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  2. também adoro essas tuas calças 'de cozinheiro'! são tão giras! x

    Meet me for Breakfast

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  3. Obrigada Inês, por trazeres os melhores favoritos da blogosfera!! Nunca fui a um Jumbo, mas vou só para encontrar essas garrafas. Acho que seriam um sucesso nas minhas consultas com os mais pequeninos!! :D

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  4. Os teus favoritos vão sempre deixar-me o coração bem quentinho com a doçura e carinho que colocas em cada palavra.
    É mesmo bonito chegar ao final de um post maravilhoso como este e pensar: Uau, esta Inês está sempre a surpreender-nos. Como consegue?
    Mais uma vez te digo, repito-o quantas vezes forem precisas, adoro a relação que partilhas com a tua patuda. Vocês são muito harmoniosas juntas, este tipo de compreensão é divinal e fico tão feliz que o tenhas encontrado pela 2ª vez na tua vida. Assim como, fico mesmo feliz por teres um grupo tão chegado, que te faz rir, te armazena as lágrimas, te recebe de braços sempre bem abertos e banquete sempre na mesa.
    Fevereiro foi, sem dúvida, um mês muito amoroso para ti, com tantos sítios incríveis para degustar um mimo gastronómico, com peças de roupa infalíveis e SUPER a tua cara, com boa programação televisiva e musical.

    Que Março seja um mês totalmente diferente e, de forma semelhante, bom.

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  5. Estes favoritos são uma maravilha de se ler. Gostei muito de ler tudo, mas sem dúvida que a minha parte preferida é a dos momentos e dos agradecimentos. Admiro imenso a tua gratidão por tudo que a vida te oferece.
    Espero que Março seja maravilhoso, beijinho

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  6. Em resposta à tua pergunta sobre sentir calor na neve: sim, é possível ahaha Nesse dia eu fiquei cheia de calor também ;)
    Obrigada, Inês, por todos os meses nos presenteares com uma publicação assim, sempre tão doce :)
    Beijinhos

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  7. Adoro essa fotografia com o gorro branco e os lábios vermelhos.

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