sexta-feira, 1 de dezembro de 2017


E eis que chegamos aos últimos Favoritos de 2017! Céus, como passou depressa!! Se já sentem algum desconsolo no coração, não se entreguem já: os Favoritos só voltam em 2018 mas isto também significa o regresso dos habituais TOPs que faço anualmente! E aproveito esta ocasião — e o facto de ter novos leitores — para vos perguntar se há algum TOP que gostariam que fizesse. Já faço sobre as fotografias preferidas do Instagram, músicas que saíram este ano, publicações que mais gostei de escrever e artigos aleatórios. Acrescentariam mais algum (sem ser blogs)? Ficarei grata com todas as sugestões e pedidos que deixarem nos comentários!


Gosto muito de passar pelas lojas locais da minha cidade. Das mais variadas categorias, especialmente porque acabo sempre por encontrar peças diferentes, especialmente no que toca a roupa. Foi o caso desta camisa que, aliás, foi a minha mãe que a encontrou.
Quando apresentei esta saia, já me tinha declarado fã deste padrão, e agora pude encontrá-lo numa camisa bem diferente. Aperta de lado com um laço e é uma daquelas peças de roupa que marca muito bem a vossa cintura e torna a vossa silhueta mais harmoniosa. Adoro o pormenor das mangas e do facto de, só com uma peça de roupa, já ter um visual chave sem necessitar de muitas mais peças ou arranjos para o completar. Embora o padrão seja clássico, há algo de moderno e irreverente nesta camisa, que me faz apaixonar por ela toda a vez que a uso. Adoro escolhê-la para ocasiões em que quero estar arranjada mas sem parecer exageradamente formal. Foi a minha peça preferida do início do mês, quando a brisa fresca ainda não se fazia sentir. É da loja Geração Urbana.


Um outro exemplo de um bom achado em loja local foi este casaco cor-de-rosa! Há imenso tempo que andava à procura de um casaco rosa que fosse giro, tivesse um toque único e não me fizesse sentir que era a Umbridge, sempre que o vestisse. E este foi o achado perfeito! Tem o corte ideal, adoro o seu tom rosa-velho e o pormenor das mangas que lhe dá, imediatamente, outra graça. É um apontamento de cor nos dias cinzentos e adoro-o! A loja ainda se apelida de Luís Pereira mas eu desconfio que esse ainda seja o nome da antiga marca que estava nesse espaço. Fica mesmo ao lado da Havaneza.


Este casaco, aparentemente, não foi só o meu queridinho mas também o de algumas de vocês porque recebi umas quantas mensagens a perguntar de onde era! E foi o melhor achado... dos saldos de Verão! Eu adoro comprar roupa de Inverno nos saldos de Verão. Normalmente as peças são da colecção do Inverno passado, portanto, estão super actuais e dá para encontrar uns quantos tesouros que vão fazer a diferença dali a uns meses e sem custarem uma fortuna, que é o que acontece quando chega a Nova Colecção. Na verdade, quando encontrei este casaco, na Stradivarius, os saldos já estavam mais que acabados e resumiam-se a uma pequena ilha no meio da loja inteira. Estão prontas para a maior felicidade? Custou quinze euros. O preço anterior era cinquenta, se não estou em erro. Maravilhoso.
Adoro que seja num corte clássico e versátil mas que tenha este pormenor dos folhos que lhe dá toda a diferença. Não são folhos excêntricos ou com muito "ruído", são simplesmente o detalhe que faltava para não ser só mais um casaco bege banal.
É totalmente um casaco de outono — que praticamente não tivemos — e, a par da camisa, foi um enorme Favorito do início do mês. É aquele casaco infalível que dá com praticamente tudo e cujo tom encaixa perfeitamente na estação. Existe também a versão preta!


Outro exemplo dos saldos de Verão foram estas calças de cabedal, da Zara. Os Verão tinha acabado de se afirmar e enquanto as pessoas à minha volta, na loja, procuravam, cheias de entusiasmo, novas blusas, t-shirts e calções, eu ia à ilha dos saldos de Inverno. E foi assim que trouxe umas calças maravilhosas de cabedal, da Zara, por dezanove euros.
Alguns dos pormenores que me fazem amar estas calças são o fecho lateral — acho que, neste tipo de calças, fica bem que a zona da cintura não esteja cheia de botões ou fechos — e o facto de ter pelinho por dentro. Um dos maiores defeitos deste tipo de calças é que não costumam aquecer nada e, embora sejam resistentes à água e ideais para dias de chuva, arrefecem ainda mais quando saímos com elas nesse clima. Os tecidos costumam ser, quase sempre, muito fininhos e foi precisamente o contrário que me agradou nestas calças. O pelinho por dentro é super macio e torna-se mais prático para vesti-las — deslizam melhor na perna — e sinto as pernas mais aconchegadas para o frio.
Calças de cabedal são peças que eu adoro usar no Inverno e que acho que conseguem fazer com que o nosso visual fique mais sexy sem que se torne vulgar. Ficamos mais "mulherzinhas" e garantimos, na mesma, o conforto e o sentido prático.


Estas camisolas, da Bershka, têm sido as minhas queridas deste tempo que começa a ficar mais frio. Ainda não tinha comprado nenhuma camisola neste estilo porque as acho sempre fininhas demais. O propósito destas camisolas é eu poder usá-las para o Inverno ou por baixo de uma camisola mais larga, não ter de usar roupa por dentro de camisolas justas para me sentir aconchegada. E vocês já sabem que só compro quando é exactamente como idealizo, que foi o caso destas. O tecido é mais robusto que a maioria que encontro por aí e não sinto necessidade de usar tops ou qualquer outra coisa por baixo para me sentir aconchegada porque elas já cumprem o papel.
Há imensas cores disponíveis, mas eu escolhi as básicas preto e cinzento porque acho que não só garantem um visual sofisticado como não poderiam ser mais básicas. Adoro usá-las com saias ou com umas calças pretas e sinto-me sempre elegante, embora simples. A gola vem só até meio do pescoço, portanto, não me sinto tão sufocada e não aperta, de todo! Gosto imenso da forma como me assentam no corpo. Se também andam à procura de algo do género, não vos poderia recomendar mais estas! Super aprovadas.


Não estou a exagerar se vos disser que estive dois anos à procura de um cachecol preto. Absurdo, certo? Ainda por cima uma cor que costuma estar por todo o lado nas estações mais frias. Mas é verdade, aliás, perdi a conta do número de vezes que pedi ajuda no Twitter — @innmartinsm — para partilharem comigo lojas onde soubessem que existiam. Mas nenhum era como queria, até ter encontrado este, em Outubro, e nunca mais o ter largado.
Este cachecol aquece de uma forma que nenhum outro cachecol tinha conseguido, pelo menos comigo. A zona do meu peito e do pescoço ficam sempre aconchegadas e nunca sinto nenhuma brisa fria a passar do tecido do cachecol. Além disso, o tecido não irrita a pele nem faz comichão, é muito macio e gigantesco — eu queria bem grande —. Se o desdobrarem, conseguem envolver o cachecol à vossa volta, como se fosse uma manta. E eu adoro cachecóis assim!!! Já sabem que eu não escolho peças de roupa e acessórios a não ser que sejam exactamente como idealizei, portanto, se algum leitor por aqui sofre do mesmo que eu e ainda anda na busca do cachecol preto perfeito, recomendo totalmente este! É da Stradivarius e, embora o tenha adquirido em Outubro, julgo que é uma colecção permanente durante o Inverno — eu ainda os encontro quando vou lá, hoje em dia —. O mesmo modelo tem outras cores e diversos padrões, portanto, quem não quer um cachecol preto mas procura algo com o mesmo efeito do meu, pode pesquisar! O único defeito do cachecol é que larga muitos pelinhos mas, assim que descobri, coloquei-o a lavar e esse problema ficou resolvido! Fica aqui a dica!


A minha Black Friday, como já partilhei no meu Instagram, resultou em meias e presentes de Natal. E umas que quero partilhar convosco, são as minhas novas meias preferidas de todo o sempre. São num tom cor-de-rosa a puxar para o salmão (existe, também, a versão cinzenta), da Pull & Bear, e o tecido é o mesmo que agora existe em todas as camisolas, numa espécie de malha fofinha e aveludada — que acabei de descobrir que se chama Chenille —. Assim que as coloquei nos pés, soube que tinha feito a escolha certa. Aconchegam o pé, não deixam o frio de Inverno entrar e, como vão até aos tornozelos, se as vestirem por baixo das calças, vão sentir essa zona da perna super aconchegada — sou só eu que sinto imenso frio nessa zona, no Inverno? —. A única coisa de que me arrependo nestas meias, foi de não ter comprado mais um par.


Chegamos em alturas da nossa vida em que nos sentimos um pouco ridículos com as coisas pelas quais mostramos entusiasmo desmedido... Foi o que me aconteceu, este mês, quando encontrei um sabonete líquido com cheiro a... gelado. A minha questão é: mas há outra forma de encontrar um tesouro destes que não fazer uma enorme festa de surpresa por uma invenção destas existir do mundo? Não me cortem o barato.
Nunca tinha visto tal coisa até porque, normalmente, os cheiros giram sempre em torno do mesmo círculo típico de sabonetes e, embora saiba que esta marca vende nos supermercados, nunca cheguei a encontrar este cheiro em nenhum deles — porque queria recomendar, tenho a certeza de que vocês, meus leitores, também se entusiasmam com estas coisas (se não o fazem, não me digam nada, há ilusões que valem a pena manter) —. Encontrei este sabonete numa mercearia local, daquelas pequeninas e já quase raras aqui por Torres.
Não consigo explicar-vos ao certo o cheiro (sinto-me aquelas Youtubers americanas a explicar os cheiros das velas outonais da Bath & Bodyworks); na embalagem, a imagem que aparece é de uma bola de gelado de baunilha, mas o cheiro a baunilha que se sente não é o típico doce enjoativo em que parece que estamos a lavar as mãos numa vela com diabetes, faço-me entender? Tem uma fragrância extra que eu desconfio que seja de nata. De qualquer forma, não é, de todo, um sabonete de baunilha embora o cheiro base seja a baunilha. A melhor dica que eu tenho é que, se o encontrarem, cheirem e maravilhem-se. Cheira ao mesmo que a vela do IKEA com cheiro a gelado (fui redundante mas, talvez, já tenham cheirado essa vela).

Tenho vindo a reparar que este separador do Bom Garfo está sempre recheado de favoritos, todos os meses! É algo com que só me deparo quando estou a escrevê-los, de facto! Que bom...! Este mês, a par de todos os outros, tenho recomendações e vitórias que quero partilhar convosco. Aliás, desde que iniciei a minha reeducação alimentar, este separador ganhou uma nova importância no meu coração.

Este mês consegui visitar a Casa da Avó Gama duas vezes, que alegria...! Já vos apresentei a minha casa de chá preferida nesta publicação e já sabem que adoro os queques mas ainda não tinha experimentado o queque mármore, com mistura de queque normal e queque de chocolate. É maravilhoso! Não é o meu preferido — para mim, o melhor continua a ser o de mirtilos — mas não decepciona, de todo! Aliás, não há nada que decepcione na Avó Gama, até porque a minha segunda visita foi para experimentar algo diferente, uma vez mais, e quis confirmar se os scones eram bons. Ainda hoje sonho com eles. O tamanho estava perfeito, quentinhos, tinham o sal no ponto e fizeram as minhas delícias. Adoro comer bons scones!

O meu pai preparou-se para uma maratona importante, o que significou que, durante a semana de véspera da prova, as massas brilharam cá por casa e acho que foi a primeira vez que o meu pai estreou-se a fazer Carbonara. Ele faz imensas receitas de massa mas nunca tinha comido, ainda, uma Carbonara feita por ele e... meus caros... que sabor divinal. Já comi milhões de Carbonaras em milhões de lugares — até em Itália! — e nenhuma supera a do meu pai. Depois disso, já tentei recriar a receita e fiquei super orgulhosa porque os sabores saíram exactamente iguais! Que felicidade!

Este mês tenho importantes actualizações sobre a minha reeducação alimentar que quero partilhar convosco. Faço questão de partilhar sempre estas vitórias porque sei que muitos dos meus leitores também são 'esquisitinhos' como eu e torço sempre para que isto sirva de inspiração ou empurrão para que comecem, também, a travar as vossas batalhas alimentares. Um passo de cada vez, todos podemos avançar para uma alimentação mais feliz e saudável.
Então, este mês, o impensável aconteceu: comi sopa com pedaços! Sei que quem come de tudo (e ainda bem!) deve achar muito absurdo este tipo de celebrações mas quem é esquisitinho como eu compreende a importância deste passo. Eu só comia sopa passada — em creme — e ter conseguido superar esta prova deixou-me muito orgulhosa, mesmo!
Desde que descobri, nos supermercados, estes preparados de hortícolas já cortados, para colocar na sopa, não quero outra coisa. Já os tinha usado na quiche, depois ainda usei numa outra receita (já partilho convosco, a seguir) e, por fim, usei mesmo na sopa. O que eu faço é criar a base, onde misturo todos os hortícolas possíveis (e junto sempre duas maçãs porque não alteram, de todo, o sabor da sopa — juro, se fizerem uma panela de sopa, nem dão por elas, prometo — e, como a fruta está a avançar mais devagar eu tento consumi-la da melhor forma que conseguir), depois passo tudo até ficar um creme e, por fim, junto o preparado para sopa já cortado e misturo tudo. Estes são os meus pedaços da sopa e são óptimos para começar a treinar o gosto pelos sabores e texturas porque são cortados de uma forma muito fininha e pequenina, portanto, não são invadidos com sabores e texturas estranhas de uma só vez.

A segunda receita, foi numa massa. Queria fazer uma refeição rápida e que não me desse muito trabalho e a solução foi saltear uma massa com hortícolas. Fiz um refogado, juntei o preparado da sopa que, como já vem cortado, poupa-vos imenso tempo e juntei a massa. Deixei que tudo ganhasse um pouco do sabor do refogado e pronto! Refeição preparada! E estava ma-ra-vi-lho-so. O sabor do refogado ajuda a treinar o gosto para novos ingredientes e acaba por ser uma refeição vegetariana, ou seja, não estão só a fazer um favor à vossa saúde como também estão a ajudar o planeta, nem que seja durante uma refeição.

Estes preparados que tanto falo e adoro vêm com imensas hortícolas diferentes. Há vários pacotes com combinações diferentes e podem escolher aquela que se adapta melhor a vocês e ao que querem experimentar. E eu acho isso óptimo!

Em Novembro experimentei, pela primeira vez, o rodízio da Pizza Hut e devo dizer-vos que amei. Gostei de quase todas as pizzas mas — preparem-se para ficarem espantados — as minhas preferidas foram a Veggie e a Super Cheesy, que são compostas por quê? Adivinharam, hortícolas. A que mais repeti foi a Super Cheesy, que é composta por pimentos, cogumelos, cebola e pepperoni. Na zona da crosta, vêm os bites de queijo emental. Normalmente, costumo pedir a Camponesa — julgava ser a minha preferida — mas, desde que fui ao rodízio, mudei completamente de opinião e, a partir de agora, vou sempre pedir esta. Se forem à Pizza Hut experimentem o rodízio ou peçam esta pizza sem medo de serem felizes.

Numa tarde despreocupada de Domingo, decidi experimentar fazer crepes. A minha especialidade costumam ser as panquecas — na cozinha, posso errar em tudo, mas ninguém faz panquecas como eu — mas queria ver como corriam os crepes e... acho que correu muito bem! Pelo menos, a minha companhia aprovou. Fiz uma receita super básica e que dá para duas pessoas gulosas (depois, se estiverem interessados na receita, peçam nos comentários que eu respondo por lá com a receita, prometo!) e derreti Nutella para fazer os crepes doces. Foi um óptimo lanche de Domingo e a certeza de que, pelo menos, nas panquecas e crepes não me saio mal!

Já na recta final de Novembro, fui ao IKEA e acabei por matar saudades das maravilhosas almôndegas e apaixonei-me. Esse amor chama-se tarte de amêndoa com cobertura de chocolate Daim. Palavras não chegam para descrever a emoção que senti ao provar aqueles sabores. É doce, sem ser enjoativa, e é absolutamente gulosa, daquelas em que nos apetece comer sete fatias. E está à venda na loja do IKEA. Da próxima vez, não escapa!


Por fim, quero recomendar-vos um molho que experimentei e amei, que é o molho de iogurte da Paladin. Antes que se sintam enganados, aviso-vos de imediato: a aparência do molho dá um aspecto de molho de alho mas o sabor não é, de todo, esse. É doce! Sabe, realmente, a iogurte com uma pitada salgada e de ervas. Não é igual a nada que tenha provado, portanto, não tenho nenhum termo de comparação, mas é maravilhoso. Se gostam de molhos adocicados, podem confiar. Adoro mergulhar batatas fritas nele ou de colocar por cima de um hambúrguer, fica divinal. Quando fiz os crepes, optámos por comer alguns salgados e metemos queijo ralado, enrolámos o crepe e metemos o molho de iogurte serpenteado por cima. Emoções fortes, é aquilo que vos posso garantir.
A History of Magic: "Este é um documentário para quem é apaixonado por História, e é tão fascinante ver o quanto o Universo de Harry Potter já existia, na realidade, há centenas de anos! Nele, participam inúmeros especialistas e historiadores que dão algum contexto temporal em relação a certos feitiços, plantas e criaturas nas quais J. K. Rowling pesquisou e incluiu nas aventuras de Harry Potter.— Lê a restante publicação aqui.

O Guarda-Costas e o Assassino: "Eu já cheguei a partilhar convosco que não sou de riso fácil. Sou capaz de assistir a comédias inteiras sem rir, e não confesso isto com orgulho ou vaidade, porque é uma chatice, portanto, quando assisto a filmes que me fazem chorar ou doer a barriga de tanto rir, faço questão de recomendar e partilhar convosco.— Lê a restante publicação aqui.

Finalmente reconheci que a minha caixa de cartas e postais já não fechava e adquiri uma nova. Tenho a sorte de ainda ter pessoas que escrevem para mim e isso é uma das melhores coisas que, infelizmente, muitos deixam para trás — até fiz esse desabafo no Instagram, já me seguem? @innmartinsm —. Foi o João que a encontrou e apaixonei-me imediatamente por ela! O estampado é a imitar bilhetes e acho que não há nada tão Inês quanto isto. Cabem perfeitamente todas as cartas e postais e ainda sobra espaço para as que — espero — aí virão. E fica a combinar na perfeição com o meu quarto. É aquela caixa que chama sempre a atenção e toda a gente aponta e diz "que gira!". Uma vez mais, comprei numa loja local aqui em Torres, Loja do Choupal, penso que é assim o nome!



Eu tento controlar a minha obsessão por canecas mas o que fazer quando as minhas pessoas a alimentam?? Já viram esta caneca maravilhosa, de Valência? Adoro quando tenho canecas alusivas a lugares que quero conhecer ou por onde passei, e esta tem o horizonte desenhado com os principais monumentos da cidade, tudo num prateado metalizado tão moderno! Mas tenho de confessar: o que mais adoro é a pega da caneca, porque faz-me lembrar a Sequência de Fibonacci. Não faz?? Adoro o seu design descolado.



Este mês, chegou ao correio um postal muito especial, da Joaninha, que me deixou muito emocionada. Além das palavras maravilhosas e que me fizeram reflectir imenso — e que eu até fiz questão de fazer uma publicação, aqui — ela enviou-me, também, esta capinha amorosa do Stitch que do meu telemóvel nunca mais saiu, desde então. Adorei todo o cuidado, não só na escolha de um miminho que tem tudo a ver comigo como também da mensagem que ela quis transmitir para mim e que me fez sentir muito honrada por poder escrever, todos os dias, tudo o que me faz feliz e vai pela minha cabeça. Uma vez mais, muito obrigada, Joaninha, pelo sorriso que arrancaste de mim. Impagável.

De todos os vídeos que vos vou apresentar, este foi o Favoritão. Não vos consigo explicar o quanto adorei assistir a este vídeo, esta conversa com o Salvador Sobral. Já vos recomendei este programa, Maluco Beleza, e este vídeo é uma das partes do episódio e que me prendeu completamente. A altura em que realmente me começa a interessar é a partir do sexto minuto. Antes disso é a habitual conversa da Eurovisão e dos Ídolos e o diálogo habitual do Salvador Sobral enquanto herói que, sinceramente, não me estimula nem um pouco. Mas depois surge uma conversa entre o Unas e o Salvador sobre música! Conversam sobre a rádio, os festivais, a percepção das pessoas em relação à música e a sensibilidade para a ouvirem, falam sobre estilos musicais diferentes e não tão populares como o jazz ou a ópera e eu gostei tanto...! É precisamente por isto que gosto deste programa, porque notava-se perfeitamente que os dois não tinham este tema preparado e exploraram-no o tempo todo que quiseram, como se estivessem a conversar na esplanada e alguém gravasse o momento. Adoro! É uma visão — tanto do Unas como do Salvador — que nunca vão encontrar num outro programa. Em relação à temática em si, os dois têm opiniões um pouco distintas — uma mais tolerante que a outra — e eu adorei ver esse contraste e o debate. Dei por mim cheia de vontade de entrar no ecrã e participar na conversa com as minhas próprias opiniões. Eu amo, de paixão, isso. 
Tenho-me apercebido que, cada vez mais, as pessoas ao meu redor observam a música como uma companhia de fundo, um acto que só faz sentido de se praticar de forma isolada ou solitária ou que é um gatilho social. E pode ser todas estas coisas, mas música é tanto mais que isto que me entristece e surpreende que as pessoas a diminuam para uma acção tão trivial. Isto não é um ataque pessoal a ninguém, nem uma tentativa de ofender mas... faz-me confusão, admito. Eu poderia dar uma de erudita e dizer que é porque estudei música e apanho qualquer coisa que outros não apanham, mas não só seria petulante como seria, também, mentirosa. Já nasci assim e, desde que me conheço que observo a música assim. Ninguém na minha família é músico — nem a mais afastada — e só comecei a estudar música aos nove. Antes disso, já a vivia desta forma, portanto, está dentro de mim e sinto saudades de falar com pessoas que observam a música assim também. Não concordo inteiramente nem com o Sobral, nem com o Unas, adianto. Mas eu gostei da conversa dos dois porque ambos falaram de música da forma que eu observo e isso deixou-me profundamente feliz. Música é a linguagem mais universal do mundo, o lado perfeito da matemática e apaixona-me ver pessoas a observá-la com a mesma paixão que eu observo. É muito mais do que o Spotify, as tabelas e os fones nos ouvidos na rua. Também o é, claro. Mas é tão mais que isto.
P.S.: na parte anterior, eles também falam sobre música hindu. É um momento do vídeo muito curtinho e conciso mas eu também achei extraordinário. Inclusive, o Salvador canta um bocadinho. Vale a pena ver, se forem curiosos e interessados com música.


Para fecharmos a parte dos vídeos com um conteúdo menos "ligeiro", temos esta conversa da Karol Pinheiro. Vocês já sabem que eu adoro os vídeos dela sobre comportamento e este achei muito interessante porque sinto que, ao meu redor, especialmente nesta vertente online, as pessoas estão cada vez mais azedas. Aquilo que observo, em vários momentos, é que as críticas desnecessárias aparecem semeadas por todo o lado e eu concordo totalmente com as conclusões da Karol porque é um facto. Muitas críticas são feitas porque as pessoas almejam o mesmo ou têm essa particularidade nelas próprias e, também como a Karol, eu tomei consciência disso muito cedo. Quanto mais depressa reconhecermos que aquilo que não gostamos nos outros, talvez, tenhamos, também, em nós próprios, mais depressa tomamos consciência dos nossos comportamentos e mudamo-los. Eu acredito totalmente na mudança e acho que podemos abandonar certas características da nossa personalidade que não gostamos, quando nos esforçamos para isso, portanto, achei importante partilhar este vídeo, não só para que possamos todos reflectir sobre este assunto como também na forma de chamada de atenção para o quando a acidez pode ser tão impertinente. Tudo sempre com a leveza de espírito da Karol, por isso, é um vídeo que se assiste muito bem.


Aligeiremos o tema porque os restantes vídeos são de humor! E o primeiro que quero partilhar convosco é este honest trailer de Stranger Things! Eu já falei sobre este canal aqui e adoro-os. Este, em particular, teve imensa graça e, se gostam da série tanto quanto eu, vão amar as piadas!


Este vídeo é uma parte de um stand-up do Maurício Meirelles  que conta a história do pai que queria... Vou deixar-vos na curiosidade para assistirem, sem dar spoiler. Só vos posso dizer que terminei o vídeo de lágrimas nos olhos. Vale muito a pena!


Por fim, temos o Felipe Neto a reagir à mais recente tragédia: lançaram um funk brasileiro de Harry Potter, com videoclip e não sei do que ri mais: se da música, se do ar do Felipe a reagir, se da ideia de recriarem a história do Harry Potter, mas no Brasil. Se são fãs da saga, assistam porque está muito cómico!


Este mês, a música ficou marcada por momentos mais relaxantes e sons mais outonais. Novo Amor lançou um novo album que me apaixonou por completo — e podem encontrar as minhas músicas preferidas, desse disco, na playlist — e recordei algumas músicas que, há uns valentes anos, eram aquilo que ouvia on repeat — como Frankie Chavez —. Encontram algumas excepções mais animadas e dançáveis, mas a maioria é mais introspectiva!

Novembro revelou-se uma caixinha de surpresas e, à semelhança do ano passado, fez tréguas comigo e desfrutei de um mês muito bom e cheio de momentos memoráveis, a começar logo pelo concerto de Anavitória que assisti com o Melvin. Foi um dos pontos altos do meu mês e acredito que imaginam porquê. Foi um concerto maravilhoso e exactamente da forma que sonhava assistir, com aquela dimensão e com aquele tipo de público.
No penúltimo mês do ano, sinto que não parei um segundo e estive constantemente em movimento para conseguir terminar uma série de coisas. Foi o mês dos passeios com as pessoas que mais me fazem feliz e me conhecem melhor, de ter o privilégio de subir ao Aqueduto das Águas Livres, dos almoços de Domingo que duram até às seis da tarde.

Em Novembro, o empregado da Casa da Avó Gama ficou fascinado com o cavalheirismo de me terem pago o lanche — "vale a pena trabalhar aqui só por ter observado esse gesto tão cavalheiro!"—, dividi pipocas no cinema, tive muitos lanchinhos e passeios de primos, comemorei licenciaturas terminadas, aniversários e casamentos marcados — quem diria que, ainda este ano, ia a um casamento?? Já não vou a um há 14 anos!!! O que vestir?? — e aproveitei ao máximo os meus fins-de-semana.

Este mês, fui à luta, mas nunca avancei sozinha e isso foi muito importante para mim. Levei a Belka a comer gelado, fui surpreendida e arrasei no bowling com o melhor score da equipa (talvez esteja a mentir).
Foi o mês dos jantares e de estar com pessoas incríveis e que eu estimo de coração inteiro. De comer crepes com a mãe e dançar Bossa-Nova. Dos almoços tardios de Domingo e dos regressos a lugares que eu estimo tanto e que guardo boas memórias. De ir ao IKEA e, no meio de todas as tarefas, parar a meio e jogar PS4 — porque não?

Em Novembro, adiantei 90% dos presentes que tenho para oferecer e preparei-me para a chegada da época mais mágica do ano. Em Novembro, vi a árvore de Natal iluminar-se em Torres, deslumbrante, e fiz o mesmo sorriso que eu fazia, aos 5 anos.

Obrigada a todas as minhas pessoas. Por serem tão calorosas comigo. Por serem Sol de Inverno nos dias frios e escuros. Por acreditarem sempre em mim, mesmo quando eu duvido das minhas capacidades. Por me ajudarem em tudo "Queres? Então fazemos isto, isto e isto"; "Vais? Então eu levo-te a lugar x, y e z"; "Sonhas? Então vamos concretizar". Nunca me deixam na mão e sim com um sorriso. Se tenho esta capacidade de enxergar o mundo com um sorriso e esperança, deve-se a vocês. A vossa força é a minha força.

Obrigada, Belka. Por seres a minha companheira. Por me receberes sempre com amor e energia, mesmo que só não me tenhas visto há 10 minutos. Por saberes tão bem como mandar para longe o peso que, por vezes, carrego no peito. Sobre ti, quando estou com os outros, sinto-me uma mamã chata e orgulhosa, aquela pessoa que vai sempre à galeria do telemóvel para mostrar novas fotos, novas peripécias e vídeos teus sobre coisas que, por muito fofinhas que sejam, só têm valor para mim porque sou eu que cuido de ti e que observo estes pormenores queridos como algo megalómano e digno de ser partilhado com todas as pessoas do mundo. Contigo eu sei que existem, mesmo, boas notícias ao virar da esquina, porque tu sais de cada uma delas a correr, radiante por me ver. És a melhor boa notícia da minha vida.

Obrigada, Anavitória. Pelo concerto extraordinário, pela interacção e simpatia. Por conversarem tanto connosco e por todo o ambiente que se proporcionou. Obrigada por terem tocado a minha música preferida e por distribuírem sorrisos a tanta gente. Agora, cada vez que canto os vossos refrões no carro, tudo tem outro sabor.

Obrigada ao empregado da Casa da Avó Gama. Quando entrámos e vimos a casa cheia, fomos imediatamente informados de que, uns minutos antes, tinha acabado uma tertúlia sobre Alzheimer e outras doenças mentais e que as senhoras de idade presentes ou sofriam dessas doenças ou tinham familiares que sofriam e vieram assistir. Estavam todas reunidas em várias mesinhas, conversando alegremente umas com as outras enquanto comiam biscoitos com chá. O empregado arranjou uma mesa especial para nós num cantinho e olhámos para os biscoitos inspirados, pelo que os incluímos no pedido, longe de imaginarmos que o simpático senhor nos ia oferecer esses mesmos biscoitos. Ficámos sem jeito, mas cheios de gratidão, pelo que volto a agradecer pelo gesto tão carinhoso. Não sei o que fizemos para despoletar esse gesto, mas o que quer que tenha sido, foi genuíno e de coração aberto da nossa parte, tal como da vossa.

Dezembro, por favor, fecha com chave d'ouro.

20 comentários:

  1. Estou já a ouvir a tua playlist! Adorei a capa do stitch *-* A primeira camisa que referiste é muito bonita e clássica! Também tenho muita pena de que as cartas sejam algo que cada vez mais se perde, gostava que voltasse.

    Blog: https://bolacha-mariaa.blogspot.pt/
    Projeto: https://ajudaoplanetaesalvaomundo.blogspot.pt/

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  2. Tal como tu, também gosto bastante de ver o que as lojinhas locais vendem pois são sempre peças únicas. Adorei o casaco à Dolores Umbridge! :)
    Beijinho. <3

    nouw.com/kika

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  3. Amei a caneca e as meias! Btw o cachecol parece imenso azul escuro nessa foto.
    Porque não fazeres um TOP de tendências e um TOP de sítios gordichões deste ano?!

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    1. Não fui a 17 sítios só este ano para o recomendar. O objectivo é que a temática seja versátil para os anos seguintes. Talvez um dia consiga fazer essa proeza! :D Muito obrigada pelas sugestões :)

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  4. Sugeria top de livros e filmes do ano (especialmente se leste/viste mais do que aqueles dos quais fizeste review!) :)

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    1. Eu já partilho os meus livros e filmes preferidos no blog precisamente na altura que os termino de ler (raramente há reviews negativas), portanto, seria uma publicação repetitiva. Mas muito obrigada pela sugestão, Sílvia :)

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    2. Compreendo :) aproveito então para dizer que gostava muito de ler um post teu sobre nutrição, em particular sobre coisas como o vegetarianismo e o veganismo. Tens formação em nutrição e gosto sempre de ler o que escreves, és muito ponderada e justa; seriam posts muito interessantes! :)

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    3. Há muito que é uma decisão minha não fazer publicações de nutrição. Acredito que seja uma temática interessante e urgente de se abordar em relação a muitos assuntos, mas não estou interessada em incluí-la, neste momento, no Bobby Pins. Talvez um dia mude de ideias. Espero que compreendas, Sílvia, muito obrigada :)

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    4. Claro que sim! Desculpa, devia ter percebido que a ausência de mais nutrição por aqui é uma escolha deliberada e não um acaso... De qualquer forma, se algum dia decidires abordar o tema tens aqui alguém interessado. :) um beijinho!

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  5. Como sempre, uns Favoritos super recheados!
    Tenho uma sugestão (que é capaz de ser difícil de concretizar, maaas): porque não um TOP Momentos de 2017? :) É sempre bom de te ler quando escreves sobre as tuas pessoas, sobre momentos, sentimentos, sensações... tenho a certeza que ia ser uma publicação incrível :)
    Podiam ser momentos como aquela frase que te disseram e te marcou de ouvir, o gesto simpático de alguém que não conhecias, o apoio de um amigo, conquistar alguma coisa... À tua vontade. Mas tinha muita curiosidade numa publicação do género!

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    1. Muito obrigada pela sugestão, Mariana, e embora compreenda perfeitamente qual é o conceito que estás a sugerir, e embora eu também adore partilhar momentos mais pessoais convosco, eu gosto de guardar essa temática só para mim ou para as pessoas que a envolvem. É um momento só do meu coração ou das pessoas com quem o dividi e acho que é assim que faz sentido, mesmo que seja algo absolutamente público e banal para vocês. Eu cheguei a fazer algo do género em 2014 e confesso que é umas publicações mais desconfortáveis que tenho no Bobby Pins. Não fiquei satisfeita. Mas, uma vez mais, muito obrigada e espero que compreendas (assim como todos os outros leitores que, em anos anteriores, sugeriram o mesmo) :)

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  6. Cada vez mais adoro ler os teus favoritos, Inês :) Obrigada por nos fazeres publicações assim!
    Fico contente que estejas a conseguir comer sopa com pedaços. Eu também sou esquisitinha e compreendo perfeitamente a tua felicidade porque também me acontece. Ainda hoje jantei arroz com repolho e nem imaginas a minha felicidade - e a dos meus pais - quando estava a conseguir comer. Um passo de cada vez :)
    Fiquei curiosa com essa receita de carbonara! Confesso que nunca provei uma que estivesse no ponto.
    Beijinhos

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  7. Este foi sem dúvida dos meus favoritos preferidos. Não só pelo parágrafo que me dedicaste e me rasgou a cara com um belo sorriso, mas, por todo o seu conteúdo. Está divinal. A sério, Nês. Adoro como nos envolves nos teus momentos e fazes sentir maravilhosamente.
    A camisa é lindíssima e é com estas peças que me fazes perceber que devia arriscar mais nas lojas locais. O casaco da Stradivarius é fantabulástico, facilmente usava e fica-te a matar, arrasas tudo com ele. Para mim, as camisolas do género desta da berskha são um must have no meu armário, tenho algumas em tons de cinzento e preto, uso e abuso delas.
    ESTOU MEGA ORGULHOSA DE TI!!! Legumes por triturar na sopa, hein? Que maravilha, rapariga, isso é um avanço gigante. Deixa-me mesmo feliz que aos poucos estejas a mudar os teus hábitos e gostos. Já para não referir a refeição de massa vegetariana que fizeste, IN-CRÍ-VEL! Além disso, sabes que não sou grande fã de pizzas e hambúrgueres, porém, não posso deixar de ficar surpreendida com as tuas escolhas favoritas! Inês, estás mesmo ä evoluir neste aspecto, grande prova de que nunca é tarde, assim como nunca é demais ter esperança e força de vontade.
    A caixinha dos postais é amorosa, estou feliz por fazer parte dela eheh. A chávena é tão a tua cara, mesmo! E, mais uma vez, não precisas de agradecer. Fico de coração cheio por saber que te alegrei assim, mesmo. Gostava imenso de te poder dar um daquelas abraços bem apertados ao ponto de sufocar neste momento. 💛
    Quem agradece à Belka sou eu, tranquiliza-me tanto saber que tens este tipo de amor na tua vida, nos teus dias e com a tua alma. Ela parece mesmo ser um anjo e uma companheira divertida e doce.
    Que dezembro seja tão bom quanto os momentos e relações que te circundam, tão quente quanto o teu cachecol preto giríssimo, tão formidáveis e aconchegantes quanto as meias maravilhosas da Black friday.
    A ti desejo-te o melhor, só o melhor!

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  8. O casaco rosa é amoroso! As lojas locais são muitas vezes esquecidas mas, por norma, têm coisas bem giras!

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  9. Fiquei curiosa em relação à Carbonara que o teu pai faz, mas compreendo se a receita for secreta. E sim, por favor, partilha a receita das panquecas! Não fazia a mínima ideia que existia esse documentário relativamente ao Harry Potter. Também sigo a Karol Pinheiro e quando vi o vídeo, por acaso lembrei-me deste blogue e tinha um feeling que irias escrever sobre ele. Também eu estou a pensar escrever sobre esse vídeo, mas ainda estou a digerí-lo. Beijinhos
    Por onde anda a Sofia?

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    1. A Carbonara não tem nenhum segredo mas aquilo que eu acho que faz toda a diferença é deixares as natas misturadas com o bacon/fiambre durante um tempo, para absorver bem o sabor fumado!
      Atenção que a receita é de crepes e não panquecas! Mas cá vai :)
      250ml de leite
      3 ovos
      12 Colheres de sopa de farinha (odeio este tipo de medidas mas foi a receita que encontrei e não cheguei a medir - farei da próxima vez -)
      1 pitada de sal

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  10. Este post só tem coisas que fazem os meus olhos brilhar: tenho mesmo de destacar esse casaco (que me magoou assim que li "loja local") e a capa do stitch! Cutesy!

    Marta Rodrigues, Majestic

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  11. Inn onde encontraste papel castanho de embrulho ?

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    1. Numa loja local :)
      Mas algumas das sugestões que me deram foi IKEA e Tiger :)

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