quarta-feira, 1 de novembro de 2017


Nem acredito que o melhor mês de todos terminou num ápice! Outubro fica sempre registado pelo meu aniversário e pela celebração do Halloween — que vocês já sabem que adoro —, portanto, tem sempre tudo para ser um mês feliz, surpreendente e festivo. E tenho muitos favoritos para partilhar e recomendar!


Na manhã do meu aniversário, abri mais uma caixa branca muito especial, com a pulseira que mais cobiçava, da Pandora. Exactamente no modelo que gosto, no tamanho perfeito e que, desde então, não saiu do meu pulso e é alvo de múltiplos elogios. Sou fascinada pela simplicidade da peça e pelo seu design elegante. Com ou sem contas, acho que arrasa no meu pulso e dá o toque final nos meus visuais. Já me sinto "nua", quando não a coloco!


Gostava que tivessem visto o brilho dos meus olhos quando tirei estas loafers, da Pull & Bear, da caixa e as calcei nos meus pés. Desejava-as muito porque, como já tinha referido na Wishlist, era o único modelo que eu gostava. Claro que fiquei radiante e precisei de as usar no próprio dia do meu aniversário.
E, meninas, tenho de as recomendar com o meu coração todo. Um dos dramas que vivo quando uso sapatos deste género (sabrinas, mocassins, etc) é que são altamente agressivos nos meus calcanhares ou nos dedos dos pés, por terem materiais muito rijos e pouco moldáveis. Mas estas loafers são absolutamente confortáveis!!! O material é super maleável e acompanha o vosso pé, não magoa o calcanhar e são perfeitas para dias em que simplesmente têm de andar de um lado para o outro — ou turistar num lugar lindo —. Querem estar confortáveis mas, ao mesmo tempo, super elegantes e giras? Apostem nestes sapatos. Amo de paixão o detalhe circular e até a minha tia, que também odeia os modelos tradicionais deste calçado, perguntou-me de onde eram, por serem tão diferentes.


A minha compra arrojada de Outubro. Apaixonei-me por eles assim que os vi e tinha muito medo de ser uma compra em vão porque têm um pouco de salto. Embora ande bem de saltos altos — excepto agulha — não é um calçado que costume usar com frequência. Mas assentaram-me super bem no pé e tinha muito conforto a andar, portanto, deixei o meu coração tomar a decisão final.
Adoro-os. São bem diferentes de tudo o que tenho, mas têm um toque tão Inês! Clássicos, com um estilo muito loucos anos 20, achei uma graça que fossem neste material de camurça, a rosa vermelha bordada dá um toque final super especial e, embora num primeiro olhar não pareça, acho-os absolutamente versáteis. São ideais para um visual mais arranjado e elegante mas também podem ser o pormenor único num coordenado mais casual. Já os usei das duas formas e gostei imenso do resultado, da forma como alongam as minhas pernas e deixam a minha postura mais bonita e com ar de quem se arranjou muito, quando, na verdade, se vestiu em dez minutos. São muito confortáveis e não se sujam com facilidade (a plus).


O grande amor de toda a gente foi esta saia-calção. Encontrei-a ao acaso, quando procurava uma saia preta. Este padrão está por todo o lado — pessoalmente, adoro — e o que não faltam são saias e calções neste padrão; travadas, em A, com folhos... No meio de tantas opções, gostei desta da Stradivarius por ter linhas mais intemporais e menos enjoativas. O corte da saia calção é o original e o pormenor dos botões dá-lhe uma graça extra. Adoro que seja saia-calção porque me sinto muito mais confortável do que se fosse, de facto, uma saia e que tenha este ar tão clássico e outonal. Recebi imensas mensagens a perguntar de onde era, de tanto amor que recebeu!


Tinha, no próprio dia, dito que precisava de investir de novo em blusas e camisas brancas porque as minhas estavam a ficar um pouco mais gastas e acabadas quando recebi este presente. O meu coração disparou quando desembrulhei esta blusa, num corte absolutamente elegante e cheia de detalhes incríveis. Gosto do seu ar simples mas com alguns pormenores que só identificamos quando estamos mais atentos a olhar para ela. É precisamente aquilo que desejava e acho que me assenta no corpo de uma forma incrível. A fluidez, a elegância e as mangas respiram o meu nome, certamente.


Lembram-se de ter dito na minha Wishlist que o meu perfume estava a terminar e que, oferecido por mim ou por alguém caridoso, ia ter de o voltar a adquirir? Tive o maior azar. Durante todo o mês de Outubro, até ao meu aniversário, passava pelas perfumarias e não o encontrava. Perguntava quando vinha e não me sabiam responder, diziam que estava esgotado em inúmeros lugares. O meu humilde frasquinho não tinha nem mais uma gota e comecei a desanimar. Sou muito ligada aos cheiros e não poder sair de casa sem borrifar o "meu" perfume fazia-me confusão. Pode parecer tonto, mas sentia-me incompleta. Até que, no meu aniversário, desembrulhei um presente e lá estava ele, o meu maravilhoso perfume, num frasco de tamanho grande — fiquei sem palavras —, a sorrir para mim. A minha mãe foi até ao fim do mundo para o encontrar (pois também ela se deparou com a ausência, mas tratou de tudo com o maior secretismo e antecedência) e, literalmente, dei pulos de alegria. Estava tão contente que, quando o borrifei no pescoço, até fiz um "olhar apaixonado" (palavras da mãe). Agora tenho um super frasco que vai demorar muuuuuito tempo a terminar e voltei a ter o meu "perfume de Inês". É o meu queridinho precioso!

O final do Verão fica sempre registado, para mim, com um corte de cabelo necessário. No meu cabeleireiro, já sabem que faço sempre um corte bem radical, para eliminar os excessos do Verão e o comprimento que, a partir de Setembro, começa a chatear-me. Este foi o comprimento mais curto que já tive desde há muitos anos e é o meu limite para que me assente bem. É sempre um alívio quando saio de lá mais leve. Finalmente descobri qual o intervalo de comprimentos em que o meu cabelo assenta-me bem e, desde então, sinto-me mais Inês do que nunca nestes cortes médios. Além disso, o corte acaba quase sempre por acontecer em Outubro, o que faz com que me sinta logo mais bonita no mês em que sopro velas. Adoro!




Um presente de aniversário cheiroso! Já me assumi como fã dos cremes da Victoria's Secret. Tenho dois — um de fragrância mais fresca e delicada, outro mais intenso e a remeter para fragrâncias masculinas — e, agora, junto à colecção um dos cremes mais queridos da marca, o Pure Seduction. Existe todo um banzé em torno deste creme — que também tem um perfume — e agora eu compreendo porquê e agradeço a escolha tão certeira!
O Pure Seduction tem uma fragrância completamente distinta dos outros dois. Caracterizo-o como um cheiro mais quente, perfeito para o outono/inverno, doce e intenso. Não é o ideal para pessoas que não gostam de cremes cujo o cheiro monopoliza todos os outros — aliás, quando uso este creme, não coloco mais fragrância nenhuma e esta é uma característica geral dos cremes da Victoria's Secret: são tal e qual perfumes — mas gosto muito porque é um cheiro familiar (não sei do quê, mas é). Outra coisa que eu adoro nos cremes da Victoria's Secret é que deixam sempre a pele muito aveludada! É fantástico, parece que ficamos com um toque mais suave e macio. Já faço parte do Clube de Fãs do Pure Seduction!
Outubro foi, definitivamente, o mês dos bolos de chocolate — até fico mal só de pensar em quantos comi, de variedades diferentes —. Mas era o mês do meu aniversário, portanto, perdoo-me. Obviamente, foram favoritos do meu paladar, a começar por um bolo de chocolate caseiro que fizemos, com cobertura de chocolate branco. A cobertura era, supostamente, de chocolate normal, mas eu pedi muito para fazermos de chocolate branco e o resultado foi uma bomba doce e enjoativa mas que eu adorei, comi e repeti. É o bolo perfeito para quando queremos mesmo algo bem doce. Para acrescentar, ainda barrámos nas fatias doce de frutos vermelhos (melhor combinação de sempre é fatia de bolo de chocolate com doce de frutos vermelhos barrado por cima, tipo torrada!)

A seguir, falamos do bolo de chocolate que comi no pequeno-almoço do meu aniversário. Com um chocolate mais amargo e uma massa um pouco mais seca do que o anterior, fez as minhas delícias logo de manhã, enquanto bebia um chá quentinho e atendia chamadas tão ou mais doces que o bolo. Uma manhã de aniversário que se preze tem de incluir, logo ao pequeno-almoço, uma bela fatia de bolo.


Depois, o bolo do Landeau Chiado. Sobre este não me vou alongar muito porque vocês têm uma publicação completa (sobre o bolo e o espaço onde o comi) aqui.

Por fim, o melhor de todos, o tradicional Bolo de Chocolate Delicioso que é o bolo onde coloco as velas em todos os meus aniversários — e que a Bia se baba perdidamente. Talvez ela seja a única pessoa que gosta ainda mais do bolo do que eu (e isso é quase impossível) —. Como também por estes lados já existe alguma curiosidade em relação a este bolo, esclareço-vos que não é uma receita caseira, é comprado numa pastelaria, em Torres Vedras, chamada Milay! É o melhor bolo de chocolate que já comi, em toda a minha vida — e, como já perceberam, eu como muitos —.

Outubro também foi o mês de fazermos uma pizza caseira enquanto ouvíamos músicas da Disney. Livres para escolher os ingredientes que quiséssemos e a quantidade de queijo que desejássemos, inundámos a pizza de bacon, cogumelos e queijos de diferentes qualidades, o que resultou numa pizza caseirinha bem recheada e perfeita para a maratona de Rick & Morty que se seguiu.

Não é segredo para ninguém que adoro comida mexicana, portanto, quando o convite é para um jantar de tacos, o meu sim é garantido. Tudo caseiro — excepto as tortilhas — e com sabores bem intensos (como eu gosto). Aquilo que eu acho mais graça à comida mexicana — aos tacos, neste caso — é o facto de ser, efectivamente, uma experiência de se estar à mesa. Ninguém come só um taco e vai embora, ninguém pode levar o taco para outra divisão e ninguém come tacos a uma velocidade louca. Comem-se com a mão, temos de passar as tacinhas com os ingredientes uns para os outros, sujamo-nos todos na certa e temos de fazer jogos para perceber onde morder sem que a carne caia toda do taco. Acima de tudo, é divertido e cheio de sabor. Cá em casa, costumamos fazer imeeensas vezes jantares de tacos e eu fico sempre contente.

No meu aniversário, tive direito a ir ao meu restaurante preferido comer um caril de frango que, como sempre, estava divinal. Uma das melhores coisas dos aniversários é reunirmos pessoas que gostamos em volta de sabores que adoramos, especialmente neste caso em que a carta já me é familiar e querida.

Ao jantar, tive direito a ir à minha marisqueira preferida, Ribamar — tenho uma publicação já preparada para a conhecerem melhor —, para comer, claro, o famoso Arroz de Marisco que também nunca falta nos meus aniversários. Tradicionalmente é a avó que faz mas, este ano quis dar-lhe algum descanso e reuni a família num restaurante que adoro para comer um dos meus pratos favoritos de todo o sempre. E o arroz estava divinal — mas fica descansada, avó, o teu será sempre o melhor!

Não, os meus favoritos de comida ainda não terminaram, lamento. Preciso de falar de coração aberto sobre a maravilhosa pizza que comi no Don Costini. Já está disponível uma publicação sobre o lugar e ainda a razão pela qual teve um sabor tão aconchegante e familiar. Vão lá descobrir porquê.

Em Outubro tive ainda direito a um almoço com parte da família de praxe e estreei-me no famoso Gutsy — sim, também tenho uma publicação no forno para falar melhor sobre este restaurante — mas tinha de partilhar convosco o hambúrguer Audaz, a minha escolha. Estava absolutamente divinal. Depois conto-vos melhor porquê!

Devo confessar que, tirando uma ou outra variação ou novidade da Donuts, odeio os donuts da marca e, quase sempre, todos os novos lançamentos são um fail. Mas decidi experimentar esta última novidade de chocolate com creme de frutos vermelhos porque já tinha ouvido muita gente a dizer bem dos mesmos, portanto, fiquei curiosa. O meu medo era que o recheio de frutos vermelhos saísse como aquelas geleias translúcidas e avermelhadas, absolutamente enjoativas e horríveis mas acabou por ser o melhor donut da Donuts que já comi. Juro. Finalmente acertaram na perfeição! A massa é deliciosa, o chocolate está no ponto certo de doce e o creme é mesmo creme de frutos vermelhos, que combina na perfeição com o chocolate e corta um pouco os sabores. É ma-ra-vi-lho-so. Que surpresa boa. Recomendo de paixão.

Sei que não parece mas, no meio de toda esta má vida alimentar, fiz questão de a intervalar com muitas semanas a comer refeições realmente boas para o meu corpo. Já tenho pensadas algumas receitas que quero experimentar no próximo mês mas, em Outubro, experimentei uma sopa bem verde (quem diria?) de batata doce e amei. É maravilhosa, com um toque doce bem guloso. E outra coisa que experimentei foi uma quiche quase toda vegetariana (só não é 100% porque leva ovo). Uma boa forma de começarmos a habituar-nos à textura de algumas hortícolas é incluí-las em receitas diferentes e não olhar apenas para estes alimentos como complementos do prato. A minha solução foi escolher um daqueles pacotes de vegetais para preparar sopa, já cortados — encontram isso no Continente, há de diferentes hortícolas, consoante a sopa que querem fazer — e usei-os para fazer o refogado e recheio da quiche. Como já estão cortados, torna-se muito mais rápido e simples preparar o recheio e, normalmente, vêm em pedaços pequenos, portanto, é perfeito para treinar o gosto pelas texturas e sabores. Amei. Fora todas as outras sopas e receitas que comi, esta combinação de uma taça de sopa de batata doce — um sabor bem outonal, por sinal — e uma fatia de quiche fizeram as minhas delícias de Outubro.



"Embora alguns capítulos não se tenham adequado tanto à minha posição enquanto blogger (como saber se devo ser blogger ou onde alojar o meu blog) e eu gostasse de ter visto no livro alguns temas muito pertinentes, este livro respondeu-me a questões e dúvidas que eu nem sabia que tinha e ajudou-me a ter uma linguagem muito mais SEO em relação a este projecto. Ver publicação completa aqui.


Como já partilhei convosco — com direito a publicação e tudo, aqui — a Carolina ofereceu-me um presente de aniversário maravilhoso que incluía vários miminhos (os outros irei mostrar mais abaixo), incluindo este notebook temático de Londres. Já namorava esta colecção de notebooks há imenso tempo e o meu, de capa mole, de Lisboa está quase, quase a terminar. Existem de inúmeras cidades e o difícil é mesmo escolher qual o mais giro, mas acho que a Carolina seleccionou, na perfeição, o ideal para me oferecer, já que acaba por ter significado para as duas.
Adoro o cor-de-rosa bem suave — super parecido com o da minha agenda, portanto, tenho a mania de tê-los juntinhos —, o facto de ser em capa dura (tenho uma perdição por capas duras) e os desenhos com inúmeras referências à cultura britânica. É, sem dúvida, um bloco de notas cheio de personalidade e que grita "giro" em todo o lado. O interior é pontilhado e como sei que existem muitos leitores do meu blog fãs de Bullet Journals, partilho este detalhe, já que o pontilhado foi pensado, precisamente, para os Bujos — e as páginas não são muito fininhas —.

Interstellar: "O que torna o Interstellar tão bom, é que não é um filme de ficção científica manhoso, mal construído ou demasiado fantasioso, e a premissa ameaçava isso. Procurar um novo lar noutro planeta de um outro sistema solar parece quase sonhador demais, mas o corpo do filme garante que a missão é muito objectiva, clara e lógica usando simples princípios elementares da física, de uma forma muito requintada e sem pontas soltas ou incongruências." — Ver publicação completa aqui.

First They Killed My Father: "É um filme intenso e angustiante mas que acho importante que todos assistam, porque precisamos de conhecer mais sobre o mundo que nos rodeia, mesmo os períodos negros, que não se confinam, de todo, à Europa. Embora não seja um filme cor-de-rosa e tenha um final surpreendente, sinto que compreendi muito melhor um período muito importante do Camboja e que me permitiu conhecê-lo um pouco melhor, mesmo sem ainda o ter pisado." — Ver publicação completa aqui.

Rick & Morty (série): Logo no início de Outubro, decidi dar uma oportunidade a esta série, que está no coração de toda a gente. Uma comédia de ficção científica, com episódios bem curtinhos e onde os acontecimentos mais aleatórios ocorrem, sempre envolvendo casos mirabolantes, monstros esquisitos e lições de moral bem pertinentes e mordazes. Aquilo que realmente me conquista na série e que acho que a torna bem genial é precisamente o facto de ser tudo tão aleatório; tudo acontece sem uma particular explicação, alguns episódios começam já a meio da acção — e não percebemos bem como é que, realmente, tudo aconteceu — e isso torna tudo possível. Qualquer coisa pode acontecer em qualquer episódio e simplesmente vamos ao sabor dos dois personagens principais — o jovem Morty e o seu avô cientista maluco (e alcoólico) Rick —. Tem um registo Simpsons and so on, mas um pouco mais inteligente, nerd e mordaz.

Stranger Things (série): Finalmente, após um longo ano de espera, saiu a segunda temporada de Stranger Things, que já devorei. De uma forma resumida — talvez com um pouco de spoiler, portanto, se não assistiram tudo ainda, passem este bloco à frente — amei esta temporada e achei-a melhor do que a primeira (algo que eu julgava impossível). Mas tenho de confessar que estou um pouco apreensiva com a persistência das pontas soltas em relação aos monstros.  Acho que conseguiram inovar imenso nesta nova temporada e fazer-nos sentir que não estávamos a ver "mais do mesmo" mas temo pela próxima, a nível de previsibilidade. Temo que comece a ficar enjoativa. Acho que têm imensos pontos da história onde pegar e que são realmente curiosos e interessantes — especialmente em relação à Eleven — e que os monstros acabam por não ser, de todo, a razão pela qual ficamos conquistados pela série. Espero que não se foquem demasiado nesse assunto e que consigam inovar como fizeram na segunda temporada. Fingers Crossed!


Mais presentes da Carolina, que me ofereceu os DVDs A Dama e o Vagabundo e Divertidamente para juntar à minha colecção de DVDs da Disney, que vocês já sabem que colecciono. Na semana em que o recebi, reuni imediatamente a melhor companhia e assisti à Dama e o Vagabundo. Era um daqueles filmes que já não revia há muitos, muitos anos, portanto, foi uma tarde soberba de memórias reavivadas. Eu adoro este filme — adoro cães, como poderia não gostar d'A Dama e o Vagabundo? — e acho uma das histórias de amor mais bonitas e inocentes da Disney. Depois dessa tarde já o assisti mais umas quantas vezes — don't judge me — e sinto-me sempre aconchegada, quando o assisto.

Já o Divertidamente, assisti na companhia da mãe porque ela ainda não o tinha visto e foi um momento de mãe e filha cheio de qualidade. Ela adorou — especialmente os créditos finais em que mostram o que vai na cabeça de uma professora — e demos valentes gargalhadas enquanto dividíamos pipocas. Tanto um filme como o outro são completamente familiares e perfeitos para se ter em casa, prontos a colocar numa tarde despreocupada e em que só queremos ficar em casa com pessoas que fazem bem à nossa mente e ao nosso coração.


Mais um presente de aniversário. Ao contrário do que possa parecer, este peluche não foi uma escolha casual, aleatória ou com o intuito de ser apenas fofinho. Está repleto de histórias, simbolismos e private jokes de viagem que arrancaram um sorriso gigante do meu rosto e me fizeram abraçar o peluche com o coração cheio. Deveria ser lei só oferecermos presentes aos outros com significado, e este foi um exemplo perfeito do que defendo.




Imaginem a caneca mais fall/winter inspired de sempre: é esta. É impossível não olhar para ela e não pensar no outono, no conceito Hygge e todas as coisas tranquilas e confortáveis que possam existir. Eu adoro-a. Os detalhes na cerâmica a imitar uma jumper dão-lhe toda a graça e tornam-na única. Gosto tanto de beber o meu Earl Grey nela e mal posso esperar pelos dias de clima mais outonal para a usar em todo o seu esplendor!


Junto com todos os presentes da Carolina, vinha um postal amoroso, recheado de mensagens bonitas e desejos simpáticos. Já o disse noutra ocasião — também por causa de um outro postal da Carolina — que adoro postais, cultivo essa tradição nas minhas viagens e que não há nada mais bonito do que escrevermos uns aos outros, na nossa caligrafia. Parece que escrevemos com o coração na ponta da caneta e tudo torna-se menos imediato mas mais reflectido e sentido. Tenho um lugar especial, onde guardo todos os postais que já recebi e cartas que já me escreveram — muitas, felizmente —. O postal da Carolina, agora, vive lá, cheio de simbolismo e amor. Olho sempre para ele com um sorriso gigante!

Este mês, a minha playlist fica marcada pela descoberta de Hazel English. Assim que a ouvi, pensei "se Day Wave tivesse uma voz feminina, seria assim, eles deviam conhecer-se", e foi então que descobri que, sim, eles já se conheciam e, no início, tinham uma banda em conjunto — todo um ouvido genial, por aqui —. Uma miscelânea do que mais tem bombado na rádio juntamente com músicas mais outonais e bandas sonoras de filmes e séries que captaram a minha atenção. Todas estas músicas contam uma história sobre o mês de Outubro e a melhor parte é que só eu sei porquê ou como. Lembram-se da aprendizagem do ano passado? Há coisas que devemos guardar só para nós e para o nosso coraçãozinho.


No entanto, não posso negar que houve uma música que se destacou no meio de todas as outras e que não vão poder encontrar nesta playlist. O meu Afilhado e Neto de Praxe decidiram gravar algumas músicas para mim, dois covers e um inédito, onde usaram uma música da Pequena Sereia com uma letra original, dedicada a mim. O Neto na guitarra, os dois na voz e já se sabe o resultado: bloopers para eles, muitas lágrimas para mim, que sou uma chorona e derreto com estes gestos tão amorosos. Guardo este presente com todo o carinho do mundo porque os conheço e sei o quanto se dedicaram para que todo este plano funcionasse. Se os meus obrigadas no dia em que me fizeram a surpresa não chegaram, aqui fica mais um: obrigada.
Outubro, embora tradicionalmente festivo, foi também muito tranquilo e marcado fortemente pelas minhas pessoas. Começou com um fim-de-semana a cozinhar bolos de chocolate e pizzas ao som de músicas da Disney e com chocolates quentes feitos logo de manhã. Foi o mês em que fui buscar o João à escola, mas não tantas vezes quanto gostava. 

Em Outubro, regressei à minha faculdade, à noite, para divertir-me numa noite de arraial. Já não ia ao arraial da minha Universidade desde 2014 e sempre achei que essa festa estivesse amaldiçoada porque, de todas as vezes que lá tinha ido, alguma coisa corria terrivelmente mal e eu regressava pior do que entrava. Desta vez, quebrei a corrente de azar e consegui, finalmente, desfrutar do evento.

Foi o mês de aproveitar os dias ao máximo e de ir passear, de ir ao cinema, de cumprir tradições que aquecem o meu coração. De estar à mesa, a comer tacos, a brindar ou a soprar velas.
Em Outubro, fiz 23 anos e finalmente visto a camisola do Jordan. Foi um dia tranquilo, muito doce, onde as pessoas mais queridas fizeram questão de estar presentes e dividirem este momento comigo, pois elas sabem o quanto é uma data importante, para mim. De mensagens bonitas, surpresas pensadas com o coração, muita comida boa e carinho que me deixou em paz comigo mesma. Boas notícias estão ao virar da esquina, estou certa.
Recebi presentes bonitos e realmente pensados para mim — os presentes, tal como os elogios, só deviam ser dados de boa vontade — e reuni à mesa pessoas que eu nutro muito carinho, admiro e que me fazem muito feliz.

Revi parte da família de praxe num lanche despreocupado e muito divertido — oh, que saudades destes miúdos! — e desabafei que não me tinha chegado a despedir da praia, portanto, fizemos um roteiro de mar e conheci alguns lugares que nunca antes tinha visto, entre eles a Boca do Inferno, a praia do Guincho — que é uma prima direita de Santa Cruz, só assim se justifica o vento — e as Azenhas do Mar. Foi a despedida de praia perfeita, num roteiro cheio de gargalhadas e cantigas no carro.

Terminei Outubro como comecei, num fim-de-semana despreocupado e lento, com maratona de séries, panquecas e almoços à mesa. Vivi momentos que há muito sonhava e celebrei o Halloween com pessoas muito especiais, como sempre gosto de fazer.

Obrigada, mãe e pai. Passamos a vida inteira a dizer "meu aniversário" mas a verdade é que não fui só eu que comecei uma aventura, vocês também. Ser mãe, ser pai não é fácil, não vem com um livro de regras — embora as pessoas insistam e apontem o dedo que sim — e, quando começamos a crescer apercebemo-nos de que vocês não são o tipo de super-heróis que pensávamos. São muito melhores porque são humanos, são feitos da mesma matéria que eu, das mesmas inseguranças, dúvidas e características, só que com a capacidade extraordinária de formar e educar outro ser humano. E isso vale muito mais do que qualquer super-poder do mundo. Obrigada.

Obrigada, família. Nunca falham em nenhuma ocasião e uma data tão especial para mim não seria excepção. Obrigada por acompanharem o meu crescimento, evolução, as vitórias, as birras, as atitudes incríveis e as não tão bonitas, os dias em que estamos bem dispostos e os dias em que estamos completamente desligados e achamos que o mundo está contra nós. Obrigada por gostarem de mim tal como sou e nunca deixarem de olhar para mim como a miúda de franja que recitava o filme da Branca de Neve de memória. Ela está sempre no meu coração, todos os dias.

Diz-se, e muito bem, que os amigos são a família que escolhemos. E como em qualquer família, há sempre algo dentro de nós que leva um pedaço das nossas pessoas. Dentro de mim tenho a inocência da Matos, que acredita sempre na bondade das pessoas e que, no final, tudo vai ficar bem e seremos todos felizes para sempre.

Tenho o espírito observador e companheiro da Bia, que compreende que mais importante do que escutar para responder é ouvir para entender. Ela capta sempre muitos detalhes que aos outros passa ao lado, sem se esforçar. E sabe ser amiga. Eu sei que parece uma frase muito simples e vulgar mas, a verdade é que existem muitas pessoas boas no mundo mas que não sabem ser amigas. Ser bondoso e simpático não significa, necessariamente, ser um bom amigo, e, felizmente a Bia sabe sê-lo. Sempre que estamos juntas, dizem que parecemos irmãs porque estamos sempre em sintonia e isso é cada vez mais raro no mundo.

Tenho a coragem do Diogo. Para fazer aquilo que mói na minha cabeça, para falar com alguém, para pedir alguma coisa (ou ajuda), para ter mais confiança nas minhas capacidades e não ter medo de abraçar novos desafios. Ele parece não ter medo de nada e avança determinado rumo aos seus sonhos, mesmo que tenham tudo para falhar e isso inspira-me. 

Tenho o espírito altruísta da Joana. Se ela tem, ela dá. Se ela pode, ela vai. Se ela não tem tempo, ela arranja. Ela nunca esquece, nunca guarda só para si, nunca pensa só nela. Quando penso na palavra "partilhar" penso nela e isso torna-a ainda mais bonita do que já é.

Tenho o espírito dedicado da Joana. Bom, talvez leve comigo também alguma parte do seu espírito refilão — mas nisso ganha-me de avanço — mas a sua dedicação é inspiradora. Ela é aquela amiga que faz por estar presente, que depois de ouvir tudo o que contas pergunta "e como te sentes em relação a isso?". Ela é aquela amiga que, enquanto desabafas que estás a pensar em três milhões de coisas, ela pensa em ti e preocupa-se com o teu lugar em relação a isso. 

Tenho a lealdade e simpatia da Raquel. Sabem aquela pessoa com quem sentem que podem contar os vossos medos e segredos e sabem que ela não os vai partilhar nem fazer disso uma arma de deboche, intriga e mesquinhice? É ela. Com a Raquel sinto segurança, paz e apoio para partilhar tudo o que penso, sinto e temo. É a amiga que alinha em tudo, que tem sempre uma palavra final muito sensata e que ainda te brinda com um sorriso simpático e familiar, para terminar. E é tão bom crescer com ela.

Tenho a descontracção do Rui. Porque, por vezes, é necessário encarar certas coisas com a devida leveza. Porque é importante relativizarmos alguns problemas e não sofrermos por antecipação — porque é sofrer sem razão. Para o Rui, quase tudo está bem e o essencial é levar a vida com a dose certa de observação, uma sensata perspectiva simples de tudo o que acontece ao nosso redor e a certeza de que, de uma forma ou de outra, tudo acaba por se resolver. O Rui está sempre com um sorriso no rosto, uma história para contar e uma calma invejável. É aquele amigo que simplesmente sabe bem estar por perto.

Obrigada a todos vocês, pelas mensagens carinhosas no meu aniversário. Não sei onde conseguem arranjar sempre tantos elogios mas gostava muito que soubessem que os recebo emocionada e com vontade de que recebam em dobro tudo aquilo que me desejam. Vocês são, na grande maioria das vezes, a razão pela qual me dizem "Estás a falar com o namorado, aposto! Olha-me esse sorriso!" quando estou na rua, ao telemóvel, a ler as coisas que escrevem para mim. A sério!

Novembro, raramente és simpático comigo. Podemos mudar isso, este ano? Quero fazer tréguas contigo.

7 comentários:

  1. Adorei a tua saia-calção (já tinha tido no teu post que o outfit era incrível) e achei o peluche super amoroso!
    http://sunflowers-in-the-wind.blogspot.pt/

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  2. Mais um Favoritos que, pode ser das publicações mais longas que escreves, mas parece nunca ter comprimento suficiente para a vontade que temos de o ler :)
    Que mês tão bonito Inês.

    P.S. Sabes de onde é esse peluche do coelho? O meu namorado chama-me "Honey Bunny" e acho que seria uma boa prenda para ele/nós. Beijinhos!

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    1. Ele mandou fazer, não comprou, mas também não sei onde foi que fez a encomenda :/

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  3. Este mês não me vou alongar muito, quero apenas dizer-te que és super inspiradora. Descreves tudo aquilo de que gostas e todas as pessoas que tens no coração de forma tão bonita que fico a vibrar por dentro. Deixas-me absolutamente enternecida e com uma sensação constante de aconchego e amizade.
    Obrigada por isso e por tudo o resto.
    Desejo mesmo, mesmo, mesmo, do fundo do coração, que Novembro seja simpático, bom e doce contigo, espero mesmo que seja desta que fazem as pazes e começam uma nova relação. Que te traga tantas experiências culinárias como Outubro, que te leve a outros bolos de chocolate, que te encha de dias em que te sentes bem e confiante na tua pela, que te permita usar e abusar das peças que tanto gritam o teu nome, que te encha a agenda de coisas que valem a pena e que os dias bons sejam tão bons que, mesmo que Novembro te traga algo mau, o mal não tenha peso suficiente.
    Beijo gigante, doce Inês.

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  4. O destaque no teu blogue e agora nos favoritos mostra-me que escolhi bem os presentes e deixa-me com um sorriso na cara por saber que os valorizaste da forma como eu esperava que fizesses :)
    Obrigada, Inês!

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  5. Nunca andei com a pulseira da Pandora sem contas, mas de facto até fica com muito estilo :). Adorei o look da saia-calção, muito clássico e elegante :). As tuas prendas de aniversário foram todas tão giras! Ainda estou enternecida com a grande prova de amizade que a Carolina te deu ao oferecer-te essas prendas. De facto, foram todas muito bem escolhidas, gritam todas " Isto é tão Inês". É incrível o quão forte a vossa amizade é, e espero que um dia tenham oportunidade de se conhecer pessoal.
    Ler os teus favoritos deixam-me sempre feliz. Dá-nos sugestões tão boas ( qualquer dia vou à falência à tua conta xD, não sei durante quanto tempo aguentarei este impulso de comprar isso tudo ahahahah), e é tão inspirador ler sobre os momentos e pessoas que te marcaram.
    Desejo-te que Novembro te traga igualmente momentos e experiências tão felizes como as que viveste em outubro, que foi um mês muito especial ( mas tenho que discordar contigo quando dizes que é o melhor do ano, não é, é maio, toda a gente sabe ahahah xD).
    Beijinhos,
    Cherry
    Blog: Life of Cherry

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  6. os teus favoritos são sempre os meus favoritos, todos os meses. é incrível como consegues tornar algo tão banal como o perfume que compras, ou a saia, ou aquele dia a fazer pizza, coisas tão incríveis e especiais! acho que tudo o que escreves é super genuíno, e por isso, torna-se muito fácil acompanhar-te, sempre. continua!
    beijinhos*

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