quinta-feira, 8 de junho de 2017


Nos Favoritos de Abril, pedi a Maio que fosse gentil comigo. E depois de um mês tão intenso e marcado por momentos menos bons, Maio chegou com o Sol e foi, de facto, muito gentil comigo, recheando os meus dias com acontecimentos incríveis e que me arrancaram sorrisos do rosto. E que quero partilhar convosco, como faço todos os meses. YAY!




Descobri as sandálias do meu Verão e são da Oysho! Eu admito que não sou nada fã de padrões animais. Não acho piada nenhuma aos padrões leopardo, crocodilo, etc. O único que eu tolero é este padrão de cobra, mas tem de ser neste estilo, clarinho e discreto. Nas tonalidades mais escuras, já não gosto. E quando me mostraram estas sandálias, fiquei apaixonada! Adoro o design, o pormenor das tiras cruzadas, da cunha imitar a madeira, de todo o modelo, acho que lhe dá um calçado único. E um pormenor muito importante: são muito confortáveis!!! Vão por mim, que pareço um Bambi acabado de nascer quando tenho de usar saltos, sejam eles de que tipo. Como a cunha acompanha toda a planta do pé, o andar fica muito natural e confortável. Apesar do padrão, acho-as incrivelmente versáteis e com o seu toque único, que acrescenta logo uma informação gira ao visual. Foram as minhas queridinhas do mês!


A tendência da t-shirt branca está mais em alta do que nunca, e eu usei e abusei este mês desta, da Lefties. Acho o detalhe dos folhos absolutamente genial porque é o toque final que faltava! Confere à t-shirt um estilo mais único, divertido e diferente, em vez de ser apenas uma t-shirt branca e aborrecida. É ideal para aqueles dias em que não tenho qualquer inspiração porque basta umas calças de ganga com esta t-shirt e este pormenor dá logo um ar mais arranjado e invulgar ao visual. Acho que, se acompanham os Favoritos há muito tempo, vão concordar que esta t-shirt é super a minha cara.


A tendência dos tops de renda já está mais do que explorada. Mas eu sempre via esta tendência dos tops para usar por cima de t-shirts ou camisolas, como é o caso desta fotografia. E eu abomino essa tendência, acho-a ridícula, na minha opinião. Eu gostava dos tops para, simplesmente, usar sem nada por baixo. E depois de fazer muitas avaliações, acabei por escolher este da Stradivarius.
Eu sei que esta tendência não é, como dizem os ingleses, everyone's cup of tea; há quem a ache muito "camisa de dormir", "estilo de lingerie a mais" ou até vulgar. Pessoalmente, sinto muito isso quando vejo estes tops em outras cores que não o preto; quando vejo este estilo em tons escuros, esta informação de "roupa-interior" já não passa tanto na minha cabeça. Existem todos os cortes e mais alguns e eu confesso que demorei muito tempo a escolher o que queria porque alguns cortes são, para mim, demasiado ousados.
Eu gosto deste porque me assenta bem no corpo, não tem um decote vertiginoso e porque considero-o versátil. Faço-o acompanhar de umas calças de ganga e ganha logo um ar mais casual chic mas também consigo, através dele, garantir um visual mais arranjado, para um possível evento especial. Está tudo na forma como combino a peça e admito que gosto deste toque clássico e ousado.

Estou a par, há muitos anos, da existência de uma bateria de químicos e substâncias altamente comprometedoras para a nossa saúde e que são integrantes da maior parte da composição dos nossos produtos de dia-a-dia. Embora o saiba, não consigo ser radical ao ponto de me permitir a abolir todos esses produtos da minha vida porque, para mim e na minha rotina, neste momento, seria bastante irreal. No entanto, quando descubro um produto naturalíssimo, prático e que cumpre o que promete, não tenho qualquer problema em introduzi-lo na minha vida, excluindo o outro. Foi o caso do desodorizante. Já há muito tempo que andava há procura de um desodorizante natural por causa da questão do alumínio e da pedra de alume. É impossível encontrar um desodorizante em supermercado que não contenha alumínio (porque o alumínio tem um efeito anti-transpirante muito eficiente). E, no início do mês, uma colega da minha mãe começou a vender alguns dos seus produtos naturais e caseiros, incluindo desodorizantes sem alumínio e estou maravilhada! Usei-o durante todo este mês e não o troco por nada! Vem num pequeno boião, numa consistência cremosa e só tem ingredientes naturais. Eu escolhi um com cheirinho a lavanda e limão, mas também existe uma versão sem cheiro - ideal para aqueles que não gostam de cheirinhos e misturas -. É maravilhoso, prático, e a quantidade do boião não ultrapassa a indicada para levar no avião, portanto, é o meu novo favorito de higiene do mês, quiçá, do ano!

Também da mesma colega, comprei um creme hidratante - mais uma vez, natural e sem químicos perigosos - que tem um cheiro a limão maravilhoso e que também fez as minhas delícias. É um creme bastante gordo e foi-me recomendado que só o colocasse à noite porque, por ser gorduroso, corria o risco de manchar a roupa. Pessoalmente, não me incomoda este pormenor porque a minha rotina de hidratação de pele é feita antes de dormir, portanto, não a afectou, de todo. Adoro passá-lo nos cotovelos, calcanhares ou nas pernas após a depilação e é extraordinário. E um pormenor que eu adoro: todos os cremes são feitos em pequenas formas de bolinhos, e o meu tinha o formato de um cupcake!



Em Maio, fui muito fiel a dois lip glosses. O primeiro já falei aqui nestes Favoritos e podem ver como fica nos meus lábios pela foto da coluna lateral. O segundo é este Dolce Vino, da Cien também. O tom é excepcional, num rosa velho que combina muito bem com o meu tom de pele, com a cor dos meus olhos, que dá cor aos meus lábios mas que é discreto e natural o suficiente para poder usá-lo no dia-a-dia. Além disso, eu adoro a fórmula destes glosses. E é um batom muito confortável.

Uma outra coisa que gostava de deixar registado neste separador dos Favoritos (afinal de contas, chama-se Body Talk), é a minha reconciliação com o meu corpo. Qualquer leitor vai compreender-me se eu disser que nem sempre foi assim; há sempre alguma coisa que gostávamos de mudar, algo que "odiamos", que desejávamos que não tivesse esse formato. Comigo, eram as ancas. Eu sempre tive cintura fina e ancas largas, e odiava. Durante anos, usava t-shirts largueironas que escondessem a minha fisionomia e era impensável, para mim, sair à rua com a parte de cima por dentro de umas calças de cintura subida sem um casaco que tapassem - lá está - as ancas.
De há uns anos para cá, tentei reverter este processo e começar a gostar do meu corpo, com todas as suas imperfeições e feitios (ou fisionomias). E acho que, este mês, cheguei ao patamar que desejava. Não pensem que isto foi uma batalha de um mês; que só em Maio é que decidi gostar do meu corpo. Esta luta durou anos e não desisti dela. Este mês conclui que gosto do meu corpo! Que tenho curvas e não me importo com elas. Que vou estar sempre em luta constante com as calças e que não faz mal.
Em Maio, usei t-shirts e calças de cintura subida sem dramas de esconder as minhas curvas e gostei do que via no espelho. Amor próprio também funciona desta forma: olhar no espelho e dizer "gosto das tuas curvas" antes de qualquer outra pessoa dizê-lo.

Em Maio, estive do outro lado da margem e aproveitámos a ocasião para irmos a Setúbal matar saudades de um choco frito. Escolhemos sempre o mesmo porque, além de o choco ser divinal, vem sempre acompanhado de uma maionese misturada com um possível paté de caranguejo, que é de ir aos céus. Só de escrever isto, já fico com água na boca e vontade de regressar.

Tinha de fazer menção ao maravilhoso crepe com gelado de morango e topping de chocolate branco que comi na companhia da minha estimada Ervilha. Era tão gigante que nem sequer fui capaz de o terminar, mas estava delicioso!

Uma menção honrosa ao bolo de aniversário do meu pai, que era um bolo de chocolate-mousse, isto é, o interior do bolo não é naquela textura fofa, típica de bolo, mas sim uma mousse de chocolate que acompanhou muito bem com umas framboesas doces e deliciosas!

A minha visita a Aveiro, claro, trouxe muitos bons garfos. Oh, se trouxe! Comecemos pelo que mais tinha saudades, a bela Tripa de Aveiro, com o meu recheio preferido de todo o sempre, Kinder Bueno. Já não comia uma Tripa há cinco anos!!! Foi um momento que as palavras não conseguem traduzir, mas que marcou muito a minha felicidade!

Aveiro também significa regressar à Confeitaria Ramos. Já tenho uma publicação mais detalhada preparada, para partilhar convosco, mas já não é segredo nenhum que fui lá comer uma nata. Sim, eu sei que a estrela é o Cartucho, mas, desde sempre que a minha alegria é registada com uma nata e um ice tea de limão. E eu não abdico deste casal por nada deste mundo.

E, para terminar, as pizzas da Pizzarte. Sobre esta, já muito falei aqui, portanto, não me vou prolongar. Apenas digamos que já sonho com o regresso, tal como faço todas as vezes que acabo de sair daquele restaurante. Ai, Pizzarte...

Toda a minha infância foi marcada por uma planta muito cheirosa, chamada Lúcia-Lima. Tem uma folha bem verdinha e fina, com um cheiro muito intenso a limão. Se passarem com os dedos na folha, ficam com a mão a cheirar a limão. Nós gostávamos tanto daquela planta, que brincávamos com as folhas; fazíamos perfumes, brincávamos às cozinhas com aquela folha... Tudo.
Eu nunca soube o nome da folha e andei durante anos (praticamente desde a minha infância até este mês) a perguntar se alguém sabia qual o seu nome. Ninguém percebia de que planta estava a falar e acabei por desistir e conformar-me que nunca iria saber o nome do meu cheiro de infância. Até que fiz o 5º Trilho das Lampas (que, por acaso, já têm publicação no blogue aqui!) e, à chegada da meta, havia umas barraquinhas com comidas e bebidas. E deram-me um chá para as mãos que, assim que cheirei, soube imediatamente que era a fragrância daquela planta. O cheiro é mesmo muito característico!! Parecia uma louca; corri para a banca onde estavam a fazer o chá e perguntei do que era. Lúcia-lima, responderam-me. E o mundo ficou mais claro.
Obviamente que já fui ao supermercado comprar as folhas de Lúcia-Lima para fazer chá e foi das coisas mais reconfortantes deste mês. Cada vez que levo este chá aos lábios, sou pequenina outra vez. É um cheiro de infância que não quero perder nunca. É tão bom...

Soviet Space Dogs foi, definitivamente, o livro do mês. O que me deu um prazer enorme de ler e que me deixou mais feliz. Se têm curiosidade com os programas espaciais e com o contributo dos nossos amigos de quatro patas, recomendo imenso que leiam a review aqui e garantam o vosso exemplar. Foi uma leitura maravilhosa.
Life In a Day. Achei o documentário super intrigante e interessante. Como milhares de pessoas conseguem viver o mesmo dia de formas tão distintas, prioridades, rotinas, acontecimentos e companhias tão variadas? É um daqueles filmes para sair da bolha, cuja review podem encontrar aqui.

O quanto eu ri com este espectáculo de stand-up... Fiz uma publicação sobre este comediante aqui e recomendo-vos imenso se estiverem a precisar de uma tarde com muitas gargalhadas. É soberbo!

Este mês ficou muito bem marcado pela música. O regresso de Novo Amor, com o seu EP extraordinário. Não me canso de ouvir as músicas uma e outra vez, de tão encantadoras que são. Foi o mês do Salvador Sobral, que disse ao mundo que ia Amar Pelos Dois e a Europa respondeu "nós amamos contigo" e que me fez conhecer a maravilhosa Excuse Me, que tocou em loop durante dias seguidos - que música incrível -. Os alt-J também regressaram, na provocação, com mais uma música do novo álbum que está por vir. A letra do Trem-Bala, que me foi dedicada porque "Isto é tão Inês". E foi um dos "Isto é tão Inês" mais bonitos que me disseram. E, por fim, guardei o mais impactante: o Cine-Concerto do Harry Potter, que foi tão envolvente e maravilhoso que me emocionou. Deixei aqui, nesta playlist, a música que mais impacto teve em mim, durante todo o concerto.


Maio foi mesmo muito gentil. Começou com um feriado bem agradável e com uma caminhada maravilhosa, que me fez conhecer um cão muito curioso, mas tímido. Foi o mês de poder ir buscar o João à escola imensas vezes - e como eu adoro isso -. Das caminhadas ao final do dia, que ajudam a mandar embora as coisas mais pesadas do dia.
Foi o mês de celebrar a reforma dos avós e de os levar a passear, como já não faziam há anos. O dia da mãe, marcado por muito amor e uma surpresa muito, muito especial, que aquece o meu coração todos os dias. O mês em que me apaixonei por uma gata preta, que me fez companhia enquanto explorava as vinhas. O mês dos lanches com as amigas, dos almoços despreocupados com  a mãe, das leituras em Santa Cruz.
Perdi-me em São João das Lampas, e não me importei. O meu Benfica foi Tetra campeão e o Salvador fez o impensável na Eurovisão.
Maio ainda foi, para mim, um mês académico. Regressei a Lisboa e, finalmente, consegui ter o meu diploma nas mãos. Revi as minhas miúdas e fiquei radiante por ver o meu Afilhado traçar uma capa, pela primeira vez, com tanto jeitinho.
Este mês, fui ao Cine-Concerto do Harry Potter e a Pedra Filosofal, na melhor companhia, e senti-me a maior privilegiada do mundo por poder ver um espectáculo destes. A Vanessa e o pai celebraram mais um aniversário.
O inesperado aconteceu e, em Maio, estava no meu carro a seguir para Aveiro. Revi os meus lugares de sempre e demos apoio à nossa pessoa, que tanto precisava. Foi o mês de ficar sem palavras para as notícias tristes e, mesmo assim, tentei encontrá-las e ainda bem que o fiz. Não há nada mais gratificante do que abraçarmos alguém e essa pessoa dizer-nos "Foi a melhor mensagem que eu recebi. Obrigada". Eu fico sempre muito aliviada quando alguém encontra conforto nas minhas palavras. 
Foi o mês em que vi, finalmente, o meu avô com o rosto mais leve, sem dores e com um novo ânimo. E eu fico tão, tão, tão feliz com isso. De o ver como sempre vi, de sorriso no rosto e olhinhos de chinês.
Este mês, eu gostava de deixar um agradecimento especial aos meus leitores. Não é que os meus familiares, amigos, e tantas outras coisas não mereçam agradecimentos, também. Não se preocupem, eles sabem sempre que eu sou-lhes muito grata e não se vão importar com a ausência de tempo de antena, desta vez.

Maio foi um mês muito gentil e preenchido para mim, mas nem tanto para o Bobby Pins. Estive muito ausente e, admito, desmotivada. Isto não serve de justificação, mas gostava que soubessem que, ao escrever este blogue, eu assumo um compromisso convosco; não é um dever, mas sim um compromisso. É uma honra, para mim, poder escrever tudo o que me dá na gana e saber que alguém vai ler e, quiçá, identificar-se. É um privilégio saber que, muitas vezes, eu escrevo o que vocês tantas vezes pensam e nunca conseguiram transpor em palavras. É uma gratificação receber mensagens vossas dizendo que, graças a uma publicação minha, compraram um produto/livro/experimentaram algo/viram um filme e adoraram. É uma motivação gigante saber que muita gente encontra no Bobby Pins um refúgio. Eu também encontro.

Este mês foi gentil para mim mas não foi gentil para vocês, leitores, e eu quero agradecer. Por terem sempre uma palavra carinhosa, referências adoráveis e por apoiarem SEMPRE tanto esta página que significa muito para mim. 

Hoje, não refiro os meus familiares e amigos, mas eles sabem o quanto este blogue é muito especial, para mim. Não o faço por nada mais que prazer em partilhar o que escrevo e eles sabem melhor do que ninguém o quanto é importante na minha vida. Vocês lêem as minhas publicações e ganham empatia comigo, mas são eles que estão comigo todos os dias e vêem o quanto eu cuido deste meu projecto; do quanto lhe sou dedicada, mesmo quando não consigo publicar muita coisa. E eu fico muito feliz por saber que vocês, mesmo não me conhecendo, mesmo não estando comigo todos os dias, sabem também que gosto muito deste lugar e que quero que seja o nosso refúgio feliz. Obrigada por lerem sempre, por se identificarem, por deixarem comentários e mensagens que me deixam sem palavras, pelas vossas partilhas e referências. Obrigada por fazerem do Bobby Pins aquilo que ele é: uma boa notícia ao virar da esquina.

6 comentários:

  1. oh Inês fico muito feliz que este mês te tenha corrido tão bem :)

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  2. Ai Inês, já não conseguia "fechar o mês" sem ler os teus favoritos!
    Fiquei tão feliz com os de maio, que bom é saber que cada vez gostas mais de ti ♥

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  3. Gostei dos sapatos! O padrão para mim não dava mas gostei do formato deles, visto que também eu sou uma nulidade a andar de saltos. A t-shirt branca é um mimo :)

    Gosto sempre de ler estes teus posts, tão sinceros e que mostram a excelente pessoa que és!! :)

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  4. Yey, uma playlist para me acompanhar neste dia de trabalho :) Estava a sentir falta dos teus favoritos. Um grande beijinho

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  5. SOBERBO, como sempre!
    Já li 3 ou 4 vezes e descubro sempre mais um detalhe nos teus Favoritos que me aconchega a alma e alegra num sorriso.
    É tão simples a tua forma de descrever um produto, um momento, uma refeição, e tão bonita ao mesmo tempo.
    E este Obrigada! encheu-me o coração de ternura. És mesmo doce, Inn!
    Não tens de agradecer, de todo. Fizeste muito para merecer todo o carinho que mereces na blogosfera. Não te esqueças disso.
    Um beijo gigante da Joaninha!

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  6. Os teus favoritos são sempre uma fonte enorme de inspiração! Encontro sempre sugestões giras :).
    As t-shirts brancas, apesar de me ficarem bem, não é algo que me favoreça muito, uma vez que eu sou mesmo muito pálida ( mas com um acessório mais colorido, a coisa lá se compõe.
    Essa playlist vai dar mesmo jeito, estou a precisar de ouvir músicas novas, ultimamente estou sempre a ouvir as mesmas.
    Beijinhos,
    Cherry
    Blog: Life of Cherry

    PS: Não sei se já publiquei um comentário ou não, eu tive que voltar a escrever de novo porque o meu PC deu um erro qualquer.

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