quarta-feira, 19 de outubro de 2016

FILMES || Favores em Cadeia


Eugene Simonet é professor de Estudos Sociais numa turma de 7º ano e propõe aos seus alunos um desafio: que todos façam uma actividade que consiga mudar o mundo para algo melhor. O que Simonet não esperava era que Trevor, um dos seus estudantes com 11 anos, levasse a ideia à letra e tivesse uma ideia brilhante e adorável: ajudar uma pessoa totalmente desconhecida, fazendo algo por ela que seria incapaz de fazer sozinha e em troca, como agradecimento, essa pessoa teria de fazer o mesmo por três pessoas diferentes. E assim por diante. 

Dependência, solidariedade, coragem, amor e um bocadiiiiiiiinho de comédia não vão faltar no Favores em Cadeia. É um filme que nos toca, que nos revolta, que nos emociona e que nos impele a querer fazer algo de bom. Vamos acompanhando a história por dois veículos e ficamos surpreendidos com os verdadeiros actos de humanismo, de uma forma que nos leva a desejar ardentemente que fosse real.

O final surpreendeu-me e despertou em mim sensações muito fortes. Não imaginava que fosse acabar assim. Favores em Cadeira aperta-nos o coração e faz-nos desejar ser pessoas melhores. Por nós próprios e pelo mundo. Será difícil?

Poster

10 comentários:

  1. vi este filme no 8º ano se não me engano, e marcou-me imenso!

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  2. Já me falaram deste filme mas sempre o pus para o final da minha lista de " ver filmes" mas agora fiquei curiosa e talvez, ainda esta noite faça uma sessão de cinema cá por casa e assista :)

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  3. Via esse filme imensas vezes nas aulas de moral. Em praticamente todos os anos lectivo tinha de o ver uma vez. Já não se fazem filmes assim :(

    Cátia ∫ Meraki

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  4. Vejo este filme pelo menos 1 vez por ano, mexe comigo de uma maneira louca. Aperta-me o coração como disseste, leva-me a pensar! É dos melhores filmes que já vi, pela simples genuinidade das personagens e dos acontecimentos. Cativou-me nos primeiros minutos. O silêncio gera-se nesta casa quando o filme está a passar! Um elenco fantástico e um guião extraordinário.
    Boa sugestão Inn :)

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  5. Este filme é tão bonito, vi em Psicologia no 12º ano e mexeu tanto comigo!!

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  6. Olá Inn, podes fazer um post sobre truques para arrumar a mala de viagem? Beijo enorme e continuação de bom trabalho.

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  7. Inês o que fazer em relação a não gostar de álcool e festas no geral?
    A sociedade "obriga-nos" a ser assim de maneira geral, mas eu honestamente não gosto. Sinto-me às vezes e.t. por não gostar disso e não estar sempre em 500 festas todos os dias e não sei como fazer...
    É que até os amigos e conhecidos ficam a pensar que uma pessoa que não gosta disso é estranha e uma "não-pessoa". O que farias caso as pessoas tivessem sempre a insistir nesses assuntos mesmo quando sabem que não gostas?

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    Respostas
    1. Olá Anónimo!
      Bom, se os teus amigos frequentemente insistem com esse assunto e te vêem como uma "não-pessoa" só porque não gostas de álcool ou de festas, então deixa-me dar-te uma má notícia: não são teus amigos.
      É um bocado difícil de fazer uma avaliação destas ou até de se ler uma coisa destas, mas é uma observação justa. Se são teus amigos, respeitam as tuas preferências e disposições sem te diminuírem ou aborrecerem. São as TUAS escolhas e isso não te faz menos humana ou amiga do que eles.
      Eu não bebo. De todo. Detesto álcool e não alinho. E nunca os meus amigos me diminuíram ou insistiram só porque eu prefiro uma coca-cola a uma cerveja. Claro, desabafam dizendo "adorava ver-te a beber um copo" mas não insistem, não me sufocam nem me provocam com esse assunto, até porque eu consigo ser divertida sem beber absolutamente nada e eles respeitam. E respeitarem as minhas escolhas é um grande sinal de amizade.
      Quanto a festas, a linha é igual. Dou-te mais um exemplo; uma das minhas melhores amigas gosta de uma boa noite de discoteca. Gosta de dançar, gosta de beber um copo e gosta das músicas. Já eu, evito a todo o custo qualquer discoteca. E somos unha com carne. Ela respeita que eu prefira um jantar de amigos ou um café à noite do que uma ida à discoteca e eu respeito que ela goste de dançar até madrugada. E nenhuma de nós é mais insignificante ou superficial do que a outra. Simplesmente aceitamos que temos gostos diferentes.
      Portanto, o meu conselho é que, da próxima vez que te chateiem com esse assunto, que digas claramente que é assim que tu és. Que não gostas de beber e que não és amante de festas. E que se forem teus amigos, terminam de imediato com as insistências e respeitam-te pelo que tu és. Não és menos pessoa por isso e é o que tens de deixar bem claro. E quem não compreender, repito, não é teu amigo, por muito difícil que seja de o concluir. Força! :)

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    2. Muito obrigada Inês :) E desculpa só responder agora, tive um bocado ausente na leitura de blogs

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