sábado, 14 de novembro de 2015


Por mais inacreditável, inaceitável e aterrorizador que sejam estes actos de gigantesca violência e terrorismo um pouco por todo o mundo, por mais apertados que os nossos corações estejam, por mais insegurança que possamos sentir nas nossas costas, pelas nossas famílias e amigos, não podemos, por muito que custe, perder a esperança e a fé. 

Porque são nestes gigantescos actos de violência e crueldade que os mais inacreditáveis actos de bondade surgem. Que a união há muito aclamada de inexistente renasce. Que os bons corações retaliam com gestos, não de vingança, mas de solidariedade, de compaixão, perdão e protecção. Que as vozes se unem e gritam mais alto.

São períodos negros, desnecessários, que nos fazem desacreditar num mundo de convivência pacífica. Mas se esses períodos negros têm (mesmo) de existir, que acreditemos nas pessoas fantásticas que nestes momentos de aperto saem dos sítios mais inesperados e providenciam os mais belos actos de humanidade.

Só assim podemos caminhar para a frente. Com esperança de que no fim o bem vence. Por muitas batalhas que tenha de passar ao longo dos anos. Não podemos ceder à crueldade e à frivolidade com que o valor da vida é encarado.

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